A Engenharia Civil pode transformar a forma como Portugal gere as suas águas, as suas cidades e o seu território. Opinião de Bruno de Carvalho Matos, Engenheiro Civil.
Não devemos encarar estes episódios como ocorrências isoladas, mas como eventos recorrentes que exigem planeamento integrado, investimento consistente e uma visão estratégica articulada entre administração central e entidades locais. Opinião de Nuno Garcia, Diretor-Geral da GesConsult.
O setor da construção depende atualmente da imigração para evitar atrasos em grandes projetos e garantir a competitividade do país Opinião de Bruno de Carvalho Matos, Engenheiro Civil.
Durante anos, o setor imobiliário português tratou o risco climático como um exercício teórico. A Tempestade Kristin encerrou violentamente esse capítulo. Opinião de Javad Hatami, CEO da Builtrix.
Novas centralidades emergem, potenciadas por investimento público e privado, dando origem a territórios mais equilibrados, funcionais e atrativos para viver. Opinião de João Sousa, CEO JPS Group.
A discussão sobre a Inteligência Artificial no ensino superior tem sido marcada por extremos, desde a proibição apressada ao entusiasmo pouco refletido. Opinião de Teresa Florentino PhD na ESAI.
A estrutura das organizações e o problema da decisão. Opinião de José J. Paraíso, Real Estate Executive | Investment, Development & Business Leadership.
A habitação deixou de ser apenas um dos muitos problemas sociais na agenda política europeia para se tornar um dos seus eixos centrais. Opinião de Gonçalo Carvalho Miguel, da Laplace Real Estate Intelligence.
A verdadeira transformação urbana não se mede pela quantidade de tecnologia implementada, mas sim pela capacidade de essa tecnologia gerar valor tangível na vida das pessoas. Opinião de Rui Castilho Dias, Manager em Administração Pública e Territórios na Minsait em Portugal (Indra Group).
A crise da habitação permanece o desafio mais visível e transversal, reconhecida pelo próprio Governo no Orçamento do Estado para 2026 como uma "grave crise habitacional". Opinião Francisco Miranda.