Profissionais defendem regras mais claras, processos de licenciamento simplificados e maior previsibilidade fiscal para estimular o investimento e responder à escassez de habitação. As conclusões saíram do debate “Under Pressure”, promovido pela WIRE Portugal, em Lisboa.
Portugal com 61.334 novos fogos submetidos a licenciamento entre janeiro e setembro, com o Norte a liderar, seguido do Centro. Ritmo mensal de novos pedidos, 12% acima da média de 2025.
O encontro nacional sobre habitação irá discutir soluções para aumentar o parque habitacional público, atualmente ainda diminuto (2%).
Lisboa e Setúbal registaram os maiores aumentos de habitações disponíveis, enquanto o Porto apresentou uma quebra de 4%. A nível nacional, estavam anunciados 135.313 imóveis para venda.
O empreendimento integra quatro lotes — Douro, Ágora, Parque e Gaia — distribuídos por oito edifícios, sendo desenvolvido de forma faseada.
Segundo uma análise da RE/MAX Portugal, a área mediana das habitações transacionadas entre 180 mil e 220 mil euros é de 83 m² a nível nacional.
O Governo promete acelerar a transferência de imóveis públicos para os municípios, mas falta saber quando e quantos poderão realmente servir para habitação acessível.
Comprar casa em Portugal custa, em termos medianos, 3.249 euros por metro quadrado, segundo o idealista. Vila Real, Guarda e Beja lideram as subidas entre as capitais de distrito.
A proposta prevê concursos municipais com regras comuns no primeiro trimestre de 2027 e a criação de um fundo nacional para financiar novos projetos habitacionais.
A plataforma reúne mais de 800 empreendimentos residenciais novos em Portugal, numa base de dados que permite pesquisar e comparar projetos, preços, tipologias e localizações.