Os imóveis até 250 mil euros representam apenas 24,3% da oferta disponível, mas concentram mais de metade das visualizações no Imovirtual.
Os dados do portal Imovirtual revelam uma diferença significativa de preços entre as várias classificações energéticas.
Oferta de casas até este valor caiu 33% entre janeiro e setembro de 2026, face ao período homólogo. No mercado global, a redução dos anúncios foi de apenas 2,8%, segundo dados do Imovirtual.
Os preços médios nacionais mantiveram-se praticamente inalterados em setembro, tanto no arrendamento como na venda. Norte e Sul registam, contudo, subidas expressivas nas rendas, enquanto alguns dos principais mercados, como Lisboa e Porto, apresentam descidas em determinados segmentos.
Número médio diário de anúncios subiu de 34.291 para 38.812 em 2026, enquanto o preço médio anunciado desceu de 1.465 para 1.371 euros. Lisboa e Porto concentram o maior volume de oferta.
Preços demasiado baixos e pedidos de pagamento antecipado estão entre os principais sinais de alerta.
A plataforma imobiliária alerta para vários comportamentos associados a potenciais fraudes na compra ou arrendamento de imóveis.
Preço médio de venda chega aos 666.125 euros em Faro, enquanto no Sátão se fica pelos 66.150 euros. No arrendamento, Oeiras lidera com 1.750 euros/mês, quase três vezes o valor registado em Penafiel.
O verdadeiro desafio para o futuro não será antecipar apenas quanto vão valer as casas, mas compreender quem vai precisar delas. Opinião de Tiago Ferreira, Head of Sales no Imovirtual & OLX.
Os preços médios dos imóveis anunciados para venda mantiveram-se nos 430 mil euros em Agosto, enquanto o arrendamento permaneceu nos 1.300 euros mensais, segundo o Barómetro do Imovirtual.