Os portais digitais tornaram-se a principal ferramenta de acesso a informação sobre preços de imóveis, funcionando como referência para quem procura casa. No entanto, nem sempre os valores apresentados correspondem aos preços efetivamente transacionados. Opinião de Tiago Ferreira, Head of Sales do Imovirtual.
A procura por apartamentos e moradias para compra em Portugal registou um crescimento homólogo de 150,4% entre Fevereiro e Abril de 2026, revela o Imovirtual.
Entre Fevereiro e Abril deste ano, desapareceram do mercado mais de 17 mil apartamentos e moradias face ao mesmo período de 2025, traduzindo uma quebra de 8,6%, revela o Imovirtual.
Tipologias médias e grandes representam mais de 60% da oferta, enquanto T1 e T2 somam apenas 14,7%, revela análise do Imovirtual.
O mercado imobiliário português está a atravessar uma transformação estrutural na composição da sua oferta, marcada pela redução significativa das habitações mais acessíveis e pelo crescimento contínuo do segmento premium, revela o Imovirtual.
De 67 mil a euros a 1,35 milhões de euros, o mais recente Barómetro de Concelhos do Imovirtual mostra que, em Abril a disparidade entre concelhos no mercado imobiliário está a aumentar.
Arrendar casa em Portugal já custa, em média, 1.335 euros por mês, enquanto o preço médio de compra se fixa nos 435.000 euros, revela os últimos dados do Imovirtual.
A construção nova ganha relevância no mercado, mas mantém posicionamento premium, de acordo com dados do Imovirtual.
Uma análise do Imovirtual identifica 111 concelhos com crescimento consistente dos preços, mas ainda abaixo da média nacional de 440 mil euros.
Durante anos, em Portugal, arrendar era quase sinónimo de transitoriedade. Era a etapa antes da “verdadeira” meta: comprar casa. Hoje, arrendar está a tornar-se cultura. Opinião de Tiago Ferreira, Head of Sales do Imovirtual.