Em Lisboa, Porto e Faro, comprar ou arrendar casa tornou-se incomportável para as famílias, enquanto no interior a habitação ainda resiste, embora com esforço crescente.
Os preços mantiveram-se globalmente estáveis, com subidas mais expressivas no Funchal, Coimbra, Viana do Castelo, Setúbal e Castelo Branco.
Apesar da tendência nacional de abrandamento, a evolução foi desigual entre cidades, distritos e regiões...
A renda média nacional alcançou 1.450 euros em Janeiro, reflectindo uma subida de +7,4% face a Dezembro 2025 (1.350 euros) e um aumento de +16% em termos homólogos, refere o Imovirtual.
O empreendimento encontra-se em construção desde Janeiro de 2026 e deverá ficar totalmente concluído no final de 2028. Dos 153 apartamentos, 42 destinam-se a arrendamento.
Os valores praticados nos novos contratos de arrendamento celebrados em 2025 apresentaram uma variação anual de 0,2% em Lisboa e de -1,6% no Porto, revela a análise da Confidencial Imobiliário.
A Câmara do Porto atribuiu cerca de 300 habitações sociais por ano nos últimos quatro anos, revelou a vereadora da Habitação, Gabriela Queiroz.
A Dils iniciou a comercialização do MIMA Living, o primeiro projecto turístico da Kronos Homes em Lisboa
Apesar do aumento de 0,9% no preço das rendas em Portugal no quarto trimestre de 2025, a procura por casas para arrendar manteve-se elevada, com uma subida de 5% face ao mesmo período de 2024, revela o idealista.
As principais imobiliárias consideram o pacote do Governo para a habitação “bem-vindo” e com medidas positivas, mas duvidam que seja suficiente para aumentar a oferta ou baixar os preços.