Número médio diário de anúncios subiu de 34.291 para 38.812 em 2026, enquanto o preço médio anunciado desceu de 1.465 para 1.371 euros. Lisboa e Porto concentram o maior volume de oferta.
Parceria pretende adaptar ao mercado português um modelo de arrendamento de longo prazo em que as rendas são calculadas com base nos custos reais dos edifícios. As empresas estão ainda a definir o enquadramento legal e financeiro e admitem que os primeiros projetos só deverão surgir dentro de pelo menos quatro anos.
Secretária de Estado da Habitação garante que a regulamentação do RSAA está prestes a avançar e que a plataforma do IHRU ficará operacional em simultâneo.
A taxa deste ano, para aplicar em 2027, representa uma aceleração face ao ano passado, quando se fixou em 2,24%.
A ALEP elogia a intenção de Bruxelas de clarificar as regras do alojamento local, mas considera que a proposta apresentada não traz a clareza necessária.
Regime Simplificado do Arrendamento Acessível entrou em vigor, mas os senhorios continuam sem conhecer os limites máximos de renda e sem acesso à plataforma do IHRU necessária para aderir ao programa.
Preços das casas para arrendar aumentaram pelo segundo mês consecutivo, depois de um primeiro semestre marcado por descidas. Lisboa continua a ser a cidade mais cara, enquanto o Algarve regista a maior subida entre as regiões.
A renda média contratada, mantém-se elevada nas duas principais cidades do país: 1.615 euros em Lisboa e nos 1.275 euros no Porto.
A aparente estabilidade dos preços contrasta, contudo, com um mercado cada vez mais pressionado pela procura, que cresceu 27% a nível nacional, enquanto a oferta diminuiu 11%.
A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários saúda reforma do arrendamento e pede consenso político para reforçar oferta habitacional.