
Foto de Lijealso em Wikipedia
Aqueduto das Águas Livres vai ser alvo de obras de conservação e consolidação estrutural
O Aqueduto das Águas Livres, em Lisboa, vai ser alvo de uma intervenção de consolidação estrutural e de conservação de 16 lanternins (estruturas de cobertura, semelhantes a claraboias elevadas, concebidas para maximizar a entrada de luz natural e promover a ventilação) no vale de Alcântara, num investimento estimado em 850 mil euros, anunciou a EPAL.
A obra integra o programa de manutenção e restauro do sistema do aqueduto, classificado como Monumento Nacional desde 1910, e pretende garantir a estabilidade estrutural, a preservação material e a valorização patrimonial do conjunto.
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou entretanto um parecer prévio favorável à intervenção, condição necessária para o lançamento do concurso público.
Segundo a EPAL, o processo concursal deverá demorar cerca de 180 dias, seguindo-se um prazo de execução da obra estimado em 800 dias.
Construído entre 1731 e 1799, o Aqueduto das Águas Livres é considerado uma das principais obras de engenharia hidráulica em Portugal. O sistema inclui um troço principal de 14 quilómetros, entre Belas e o reservatório das Amoreiras, em Lisboa, além de vários ramais secundários que abasteciam chafarizes da cidade.














