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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021
Internacional
China: Gigante imobiliário à beira da falência

China: Gigante imobiliário à beira da falência

22 de setembro de 2021

O gigante imobiliário chinês Evergrande disse hoje ter chegado a um acordo com os detentores de obrigações para evitar o incumprimento de uma das suas dívida.

Numa declaração à Bolsa de Shenzhen, no sul da China, o grupo, que está sobrecarregado com cerca de 260 mil milhões de euros de dívida, disse que uma das suas filiais, a Hengda Real Estate, tinha negociado um plano de pagamento de juros sobre uma obrigação com vencimento em 2025.

Segundo a Bloomberg, Evergrande reembolsaria 232 milhões de yuan (30,5 milhões de euros) da dívida devida na quinta-feira sobre a obrigação de 5,8%, que se destina ao mercado obrigacionista doméstico.

No entanto, o gigante imobiliário baseado em Shenzhen está longe de estar fora de perigo, dado o montante total da sua dívida.

Outros reembolsos são devidos na quinta-feira e o grupo ainda não disse como planeia cumpri-los.

Os receios de um cenário ao estilo do Lehman Brother, cuja falência precipitou a crise financeira de 2008 nos Estados Unidos, levaram os mercados mundiais a mergulhar nos últimos dias.

Todos os olhos estão postos no governo chinês, que não disse se pretende salvar o grupo privado. O mega grupo emprega 200.000 pessoas, está presente em mais de 280 cidades e afirma gerar 3,8 milhões de empregos indirectos na China.

Fundada em 1996 a Evergrande é segunda maior empresa do mercado chinês, integrando a lista Global 500, da revista Fortune, que reúne as maiores companhias do mundo em volume de negócios.

O grupo tem projectos de promoção imobiliária em 280 cidades, possui uma subsidiária no mercado de veículos elétricos, uma empresa de comunicação social, um parque de diversões e um clube de futebol, o Guangzhou Evergrande.

O gigante imobiliário chinês Evergrande disse hoje ter chegado a um acordo com os detentores de obrigações para evitar o incumprimento de uma das suas dívida.

Numa declaração à Bolsa de Shenzhen, no sul da China, o grupo, que está sobrecarregado com cerca de 260 mil milhões de euros de dívida, disse que uma das suas filiais, a Hengda Real Estate, tinha negociado um plano de pagamento de juros sobre uma obrigação com vencimento em 2025.

Segundo a Bloomberg, Evergrande reembolsaria 232 milhões de yuan (30,5 milhões de euros) da dívida devida na quinta-feira sobre a obrigação de 5,8%, que se destina ao mercado obrigacionista doméstico.

 

O espectro da falência e a agitação nos mercados...

No entanto, o gigante imobiliário baseado em Shenzhen está longe de estar fora de perigo, dado o montante total da sua dívida.

Outros reembolsos são devidos na quinta-feira e o grupo ainda não disse como planeia cumpri-los.

Os receios de um cenário ao estilo do Lehman Brother, cuja falência precipitou a crise financeira de 2008 nos Estados Unidos, levaram os mercados mundiais a mergulhar nos últimos dias.

Todos os olhos estão postos no governo chinês, que não disse se pretende salvar o grupo privado. O mega grupo emprega 200.000 pessoas, está presente em mais de 280 cidades e afirma gerar 3,8 milhões de empregos indirectos na China.

Fundada em 1996 a Evergrande é segunda maior empresa do mercado chinês, integrando a lista Global 500, da revista Fortune, que reúne as maiores companhias do mundo em volume de negócios.

O grupo tem projectos de promoção imobiliária em 280 cidades, possui uma subsidiária no mercado de veículos elétricos, uma empresa de comunicação social, um parque de diversões e um clube de futebol, o Guangzhou Evergrande.

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