
wecity, plataforma de financiamento colaborativo imobiliário
wecity lança uma nova solução de auto investimento imobiliário
A wecity, plataforma de financiamento colaborativo imobiliário e em rácio de reembolsos no mercado europeu (58%), lançou a ‘AInvest’, uma nova funcionalidade que permite automatizar o investimento em projectos imobiliários através de parâmetros definidos pelo utilizador.
A solução recorre a automatização de processos para executar investimentos de forma imediata assim que surgem oportunidades na plataforma.
O lançamento surge num contexto de aceleração do financiamento colaborativo, em que os projetos são cada vez mais rapidamente subscritos — só este ano, a wecity já ajudou a financiar 22 milhões de euros em diferentes projetos, com um tempo médio de financiamento inferior a uma hora.
Com a ‘AInvest’, os utilizadores podem definir critérios como o montante máximo por projeto, taxa de juro anual, prazo estimado de reembolso e indicadores de risco. A partir daí, o sistema executa automaticamente os investimentos sempre que um novo projeto cumpre essas condições.
No primeiro projeto em que a funcionalidade esteve disponível, 3 em cada 10 investidores utilizaram o ‘AInvest’, sinalizando uma adesão imediata a este modelo.
“Esta solução responde a uma limitação prática dos investidores: a dificuldade em acompanhar, em tempo real, oportunidades que surgem e são financiadas rapidamente. Ao automatizar o processo, garantimos que o utilizador não perde acesso a projetos por falta de disponibilidade”, explica Álvaro Fuentes, Chief Operating Officer (COO) da wecity.
Além da rapidez, a funcionalidade permite reforçar a diversificação da carteira, ao distribuir automaticamente o capital por diferentes ativos, e reduzir o tempo em que o dinheiro permanece sem rendimento.
O ‘AInvest’ pode ser ativado, ajustado ou pausado a qualquer momento, mantendo o utilizador controlo total sobre a estratégia definida.
Com este lançamento, a wecity reforça a sua aposta na inovação tecnológica aplicada ao investimento imobiliário, num contexto em que a digitalização e a automatização estão a transformar a forma como os investidores acedem a ativos tradicionalmente menos líquidos.














