Logo Diário Imobiliário
CONSTRUÍMOS
NOTÍCIA
Brain PowerHaierJPS Group 2024Porta da Frente
Actualidade
RE/MAX regista cerca de 3.500 transacções no Minho nos primeiros sete meses do ano

 

RE/MAX regista cerca de 3.500 transacções no Minho nos primeiros sete meses do ano

24 de agosto de 2026

A RE/MAX registou cerca de 3.500 transacções nos 24 concelhos das sub-regiões do Alto Minho, Cávado e Ave entre 1 de Janeiro e 31 de Julho deste ano. A rede intermediou negócios com 37 nacionalidades diferentes, embora os portugueses representem 83% das transacções, seguidos pelos brasileiros, com 9%.


Cávado e Ave concentram a maior parte da actividade

As sub-regiões do Ave e do Cávado registaram uma actividade semelhante, com cerca de 1.500 transacções cada, representando em conjunto aproximadamente 86% do total da actividade da RE/MAX no Minho.

O Cávado liderou a região, concentrando 49% das transacções de arrendamento e 41% das operações de compra e venda. Braga foi o concelho com maior destaque, com cerca de 900 transacções, correspondentes a 60% da actividade da sub-região, seguido de Vila Verde (13%) e Barcelos (11%).

No Ave, Guimarães concentrou 43% das transacções da sub-região, representando 68% das operações de arrendamento e 39% das de compra e venda. Seguem-se Vila Nova de Famalicão (27%) e Póvoa de Lanhoso (13%). Apesar do número total de transacções ficar ligeiramente abaixo do Cávado, o Ave registou mais operações de compra e venda.

O Alto Minho, com cerca de 500 transacções, apresentou uma actividade mais distribuída pelos seus dez concelhos, destacando-se Ponte da Barca (25%), Viana do Castelo (24%) e Arcos de Valdevez (20%), seguidos de Ponte de Lima (11%) e Valença (9%).

No conjunto do Minho, Braga foi o concelho com maior dinâmica, representando 40% das transacções de arrendamento e 22% das de compra e venda, seguido de Guimarães (24% e 18%, respectivamente) e Vila Nova de Famalicão (6% e 13%).


Braga: rua do centro da cidade


Apartamentos lideram procura, com destaque para os T3

Os apartamentos representaram 46% das transacções no Minho, com maior peso no arrendamento (67%) do que na compra e venda (41%). As moradias representaram 14% das operações de arrendamento e 39% das de compra e venda, enquanto os terrenos ocuparam a terceira posição, com 11% das transacções, associadas exclusivamente a operações de compra e venda.

Nos apartamentos, os T3 lideraram as preferências (39%), seguidos dos T2 (32%) e dos T1 (22%). Nas moradias, os T3 representaram 48% das operações, seguidos dos T2 (21%) e dos T4 (18%).


Diferentes nacionalidades

Por sub-região, os cidadãos nacionais representaram 74% das transacções no Alto Minho, seguidos pelos brasileiros (7%) e norte-americanos (3%). No Ave, o peso dos portugueses subiu para 89%, com brasileiros (8%) e angolanos (1%). No Cávado, os nacionais representaram 80% da actividade, os brasileiros 11% e angolanos e norte-americanos 1% cada.