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1965 Cidade Jardim, Santo António dos Cavaleiros, concelho de Loures

1965 Cidade Jardim, Santo António dos Cavaleiros, concelho de Loures

Grupo AM48 investe 60 milhões de euros em novos edifícios do 1965 Cidade Jardim

16 de junho de 2026

O Grupo AM48 vai avançar com a construção dos edifícios Thomaz e Telles, integrados no empreendimento residencial 1965 Cidade Jardim, em Santo António dos Cavaleiros, no concelho de Loures, num investimento de cerca de 60 milhões de euros. O projecto arranca já com uma procura significativa, registando 35% das unidades vendidas na fase de lançamento e a confirmação da instalação de uma loja Continente Bom Dia.

O lançamento destas duas novas fases sucede ao início da construção dos edifícios Oliveira, iniciado em Fevereiro deste ano, que apresentam atualmente uma taxa de comercialização superior a 70%.

Os edifícios Thomaz e Telles irão disponibilizar um total de 123 apartamentos, distribuídos por tipologias T1 a T4. O edifício Thomaz contará com 46 habitações e o edifício Telles com 77 fracções, integrando uma oferta residencial orientada para o conforto, a funcionalidade e a qualidade de vida.

Os futuros residentes terão acesso a estacionamento privativo com pré-instalação para carregamento de veículos eléctricos, arrecadações, amplas áreas comuns, espaços de coworking, piscina, zonas verdes e varandas ou terraços em todas as habitações. O empreendimento prevê ainda a criação de mais de 900 lugares de estacionamento públicos e privados.

Além da componente habitacional, o edifício Telles reforçará a oferta comercial do empreendimento ao acolher uma loja Continente Bom Dia com cerca de 2.000 metros quadrados. No total, o projeto reservará mais de 5.000 metros quadrados para comércio e serviços, consolidando a ambição de criar uma nova centralidade urbana integrada às portas de Lisboa.

Para Francisca Martins, administradora do Grupo AM48, o empreendimento responde às novas tendências do mercado residencial. “O 1965 Cidade Jardim representa uma nova geração de projectos urbanos, pensados para integrar habitação, comércio, serviços, mobilidade suave e zonas verdes de lazer num mesmo ecossistema. Acreditamos que existe uma procura crescente por projectos integrados, com qualidade urbana e acessibilidade, fora do centro de Lisboa”, afirma, acrescentando que o projecto terá um impacto directo no desenvolvimento económico da região e na criação de emprego.


1965 Cidade Jardim, Santo António dos Cavaleiros, concelho de Loures


Projecto de 140 milhões recupera visão urbanística dos anos 60

Com um investimento global superior a 140 milhões de euros, o 1965 Cidade Jardim recupera a visão original idealizada na década de 1960 pelos arquitectos Gonçalo Ribeiro Telles, Alberto Reaes Pinto e Fernando Ressano Garcia, que defendiam um modelo de cidade-jardim assente na integração da natureza, na sustentabilidade e na promoção da qualidade de vida.

O empreendimento será composto por sete edifícios e cerca de 400 apartamentos, surgindo num contexto de crescente procura por habitação nas zonas periféricas da Área Metropolitana de Lisboa, sobretudo em localizações bem servidas por transportes e serviços.

A proximidade à futura estação da Linha Violeta do Metro constitui um dos principais factores de valorização do projecto, que pretende afirmar-se como um novo pólo residencial no concelho de Loures.

Sustentabilidade assume papel central

A sustentabilidade é uma das marcas distintivas do empreendimento. Todos os edifícios terão certificação ambiental BREEAM, um dos principais sistemas internacionais de avaliação da sustentabilidade dos edifícios, que reconhece o desempenho ambiental, a eficiência energética e o conforto dos espaços.

A componente verde será igualmente reforçada através da requalificação do parque urbano que atravessa o empreendimento. O Grupo AM48 prevê a plantação de mais de 400 árvores e arbustos, a criação de dois novos parques infantis, um miradouro, um campo de jogos e uma área destinada à instalação de um quiosque.

Com estas intervenções, a promotora pretende consolidar uma nova centralidade urbana, concebida para promover a convivência social, a mobilidade suave e uma maior ligação entre habitação, comércio e espaços públicos.