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segunda-feira, 21 de junho de 2021
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Porto - edificio do antigo Colégio dos Maristas na Avenida da Boavista Porto - Edificio do antigo Colégio dos Maristas na Avenida da Boavista - 02 Porto - Edificio do antigo Colégio dos Maristas na Avenida da Boavista - 03 Palacete da Avenida da Boavista - Porto - adaptação a Private Banking do ex-BES - Projecto de arquitectura de António Portugal e Manuel Reis Porto - edificio do antigo Colégio dos Maristas na Avenida da Boavista

Porto: Novo Banco vende antigo edifício dos Maristas

12 de maio de 2017

O antigo edifício do Colégio dos Maristas, em plena Avenida da Boavista, no Porto, foi vendido, no final de 2016, a um empresário do ramo das inspecções de automóveis. O preço solicitado pelo Novo Banco era de 8 milhões de euros.

O edifício que posteriormente foi sede do ‘private banking’ do ex. Banco Espírito Santo, passou para os activos do Novo Banco e acabou por ser vendido à empresa Ipov Portugal – Sociedade Portuguesa de Inspecções Técnicas Automóveis, Lda., sediada em Arvore, Vila do Conde, que pertence a José Fernando Teixeira da Silva. O imóvel, classificado de Monumento de Interesse Público, foi colocado à venda por oito milhões de euros por aquela entidade bancária mas, ao que tudo indica, o preço final terá ficado pelos sete milhões de euros. O valor final de venda não foi porém confirmado nem pelo empresário, nem pelo Novo Banco. 

Desconhece-se quais os projectos do empresário para o imóvel, embora corra no mercado que a operação possa vir a ter contornos meramente especulativos.

O empresário que tem, actualmente, nove centros de inspecção automóvel, localizados no Norte do país, confirmou ao Imobiliário da Vida Económica, a compra do imóvel, sublinhando ser ainda cedo para falar dos pormenores da aquisição. “Compramos o imóvel para rentabilizar e, neste momento, não temos nenhum projecto” - afirmou.

Com projecto arquitectónico de António Portugal Mendonça e Manuel Amorim Reis, o palacete que albergou durante muitos anos o colégio dos Maristas, recebeu obras profundas de restauro no valor de cinco milhões de euros, com vista a acolher a dependência de private banking, do ex. Banco Espírito Santo. A excelência das obras de reabilitação levaram a autarquia do Porto a atribuir-lhe o Prémio João de Almada, em 2006.

O palacete foi mandado construir no final do séc. XIX pelo Comendador Boaventura Rodrigues de Sousa, emigrante português que enriqueceu no Brasil. O imóvel, de traça neoclássica, que caracterizou a arquitectura civil burguesa do século XIX, terá sido erigido com base num projecto do arquitecto Joel da Silva Pereira.

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