
José Maria da Fonseca cresce 40% no enoturismo em cinco anos
A José Maria da Fonseca registou um crescimento de cerca de 40% na facturação da área de enoturismo e eventos nos últimos cinco anos, acompanhado de um aumento expressivo do número de visitantes nos seus dois polos: a Casa-Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão, e a Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz.
A evolução é explicada pela recuperação pós-pandemia, pelo aumento do valor médio por visitante e por uma maior procura de experiências premium.
O perfil do visitante é maioritariamente internacional — 80% do total —, com destaque para mercados como os Estados Unidos, o Brasil, o Reino Unido, a França e o Canadá e a Alemanha.
Em Azeitão, a oferta da Casa-Museu inclui visitas, provas comentadas, workshops, experiências privadas e eventos corporativos e particulares, além do restaurante Wine Corner. Em Reguengos de Monsaraz, a Adega José de Sousa preserva o método ancestral de vinificação em talha — com 114 talhas de barro —, combinando provas de vinho com um programa ligado ao património vitivinícola do Alentejo.
Só em 2025, a Casa-Museu acolheu mais de 60 eventos, que reuniram mais de 3.000 pessoas. Para 2026, a empresa anuncia o "Jardim de Inverno", um novo espaço destinado a casamentos, celebrações, reuniões corporativas e galas.
A área de enoturismo tem hoje um papel estratégico no grupo, tanto pela receita directa como pela proximidade com o consumidor final. A médio prazo, o objectivo é consolidar a José Maria da Fonseca como uma referência nacional no sector – refere a empresa em comunicado.

















