Comprar casa, que durante décadas foi entendido como um passo natural na vida adulta e um pilar de estabilidade financeira, transformou-se hoje num desafio exigente, por vezes inatingível. Opinião de Fernanda Pedro, directora do Diário Imobiliário.
O setor imobiliário deve ser tratado como infraestrutura económica. Não como fim, mas como meio. Um meio para corrigir assimetrias, reforçar competitividade e criar condições para um crescimento mais equilibrado. Opinião de João Sousa, CEO da JPS GROUP.
A fundação de qualquer projeto duradouro não se encontra na estética das fachadas, mas na solidez das estruturas invisíveis. Opinião de Fernanda Santos, docente na ESAI.
Crédito Habitação Jovem: a oportunidade para os jovens que pode estar a encarecer o mercado. Opinião de Miguel Mota, CEO da MM Imóveis.
O acesso a uma casa é condição básica, mas não suficiente. Habitar é integrar-se num espaço que oferece segurança, proximidade, mobilidade e oportunidades. Opinião de Susana Correia, Jurista do Departamento Jurídico e Económico da DECO.
Nos últimos anos, o debate sobre a crise da habitação em Portugal tem sido dominado por uma ideia aparentemente simples: é preciso construir mais casas. No entanto, uma parte significativa da oferta potencial nunca chega sequer a sair do papel. Opinião de Gonçalo Carvalho Miguel, Laplace Real Estate Intelligence.
Durante demasiado tempo procurámos culpados fáceis para a subida dos preços das casas. Mas o verdadeiro problema é outro: Portugal simplesmente não construiu o suficiente para dar resposta ao aumento da procura. Opinião do Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby's International Realty.
Num mercado imobiliário cada vez mais competitivo, impõe-se uma pergunta incontornável: como se pode diferenciar um projeto? Opinião de Miguel Lopes da Architect Your Home.
Durante décadas, as chamadas “cidades-dormitório” foram vistas como extensões residenciais dependentes dos grandes centros. Esse paradigma está hoje a ser profundamente redefinido. Opinião de Anabela Coelho, da Engel & Völkers Gaia‑Gondomar.
O “ar fresco” que o setor imobiliário precisa depende de inovadores processos e modos de conceber, empreender, gerir, investir e produzir. Opinião de João Correia Gomes, professor na ESAI.