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terça-feira, 22 de setembro de 2020
Habitação by century 21
Casas degradadas do Bairro da Jamaica “são uma vergonha para o país” - afirma o Bispo de Setúbal chicharos 01 - foto cortesia CMS.jpg Casas degradadas do Bairro da Jamaica “são uma vergonha para o país” - afirma o Bispo de Setúbal

Casas degradadas do Bairro da Jamaica “são uma vergonha para o país” - afirma o Bispo de Setúbal

2 de junho de 2020

Situações como a do Bairro da Jamaica, no Seixal, onde há um surto de contágios de covid são da responsabilidade de toda a sociedade e uma “vergonha” para o país, afirma o bispo de Setúbal. As declarações foram registadas pela agência noticiosa Ecclesia este domingo, 31 de Maio, depois da missa de Pentecostes, que assinalou a reabertura dos espaços de culto das celebrações comunitárias.

O bispo de Setúbal, josé Ornelas, considera fundamental que as pessoas tenham acesso a “uma habitação digna” e que imagens como o Bairro da Jamaica (Seixal,) que têm passado nos meios de comunicação, “são uma vergonha para o país”, afirmando ser necessário “transformar o bairro”.

Pedir às pessoas que tenham comportamentos responsáveis na prevenção da propagação da pandemia de covid-19 implica que elas tenham os meios “minimamente necessários” e “uma habitação que seja comportável para isso”, acrescenta D. José Ornelas.

O Bairro da Jamaica, no concelho do Seixal, distrito de Setúbal, é constituído por uma série de edifícios inacabados em Vale de Chícharos .

 

Realojamento e demolição do Bairro da Jamaica envolve 15 milhões de euros

A Câmara, liderada por Joaquim dos Santos (CDU), em colaboração com as entidades governamentais que tutelam o sector de Habitação e a Santa Casa da Misericórdia do Seixal, assumiu o realojamento das famílias daquele bairro degradado. Numa primeira fase a autarquia realojou 64 famílias, mum total de 167 pessoas. Tendo os imóveis degradados sido demolidos. A 2.ª fase, em curso, visa o realojamento de de mais 74 famílias e a demolição de mais três edifícios. O realojamento das 234 famílias implica um investimento global de 15 milhões de euros até 2022. O Bairro da Jamaica resulta de uma falência de uma construtora nos anos 80, tendo os toscos já erigidos vindo a ser ocupados por trabalhadores oriundos dos PALOP, em particular de São Tomé e Príncipe

Nas declarações aos jornalistas, o bispo José Ornelas disse que se admira pela propagação do vírus ser ainda tão reduzida em locais de habitação precária.

 

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