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segunda-feira, 21 de junho de 2021
Design
Cortiça portuguesa presente na London Design Biennale 2021

Cortiça portuguesa presente na London Design Biennale 2021

2 de junho de 2021

A Corticeira Amorim está presente na London Design Biennale 2021, tendo fornecido cortiça para a construção do anfiteatro Forest for Change – The Global Goals Pavilion, infraestrutura que é o coração do evento londrino.

A London Design Biennale 2021, que está  decorrer até 27 de Junho na Somerset House, junta os mais imaginativos curadores, designers e artistas do mundo à volta do tema Ressonância.

A Corticeira Amorim, o maior grupo de transformação de cortiça do mundo, é o Material Partner oficial da iniciativa Forest for Change – The Global Goals Pavilion da London Design Biennale 2021. O pavilhão, concebido pela designer britânica Es Devlin OBE e dinamizado pela agência sem fins lucrativos Project Everyone, incluirá, então, um núcleo central totalmente construído em cortiça fornecida pela empresa portuguesa. Espaço, esse, que acolherá uma instalação interativa onde os visitantes poderão conhecer os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Um plano global que ambiciona erradicar a pobreza, mitigar as desigualdades e combater as alterações climáticas. A decorrer entre os próximos dias 1 e 27 de Junho, a London Design Biennale 2021 reunirá os mais imaginativos curadores, designers e artistas do mundo que procurarão responder através das suas propostas criativas ao tema Resonance (Ressonância).

Contrastando com as ruas barulhentas e poluídas à volta da Somerset House, Forest for Change – The Global Goals Pavilion será um oásis de tranquilidade. Desenvolvido pelo paisagista Philip Jaffa of Scape, o pavilhão contará com um total de 400 árvores. Proibidas de entrar no pátio do palácio londrino aquando da sua construção no século XVIII, a presença massiva das árvores nesta instalação é uma clara alusão à natureza audaz e ambiciosa dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Jack Headford, Associate Designer do Es Devlin Studio, explica: "Propusemos a ideia de introduzir uma jovem floresta na Somerset House como uma provocação e para inspirar e manter a onda de ambientalismo, mostrando aos visitantes a possibilidade do que poderia ser".

O coração da floresta revelará uma infraestrutura composta por 17 pilares espelhados que representam cada um dos ODS. Os pilares demonstrarão através de citações, relatos e factos as razões pelas quais os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são a lista de tarefas do mundo. A jornada termina – no 17º pilar que representa as Parcerias para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – com os visitantes a serem convidados a gravarem um curto testemunho expressando as mudanças que gostariam de ver concretizadas no âmbito do seu Objectivo predilecto. 

Sobre a escolha da cortiça, refere Jack Headford: "Durante o desenvolvimento do projecto, tornou-se óbvio que precisávamos trabalhar com materiais que transmitissem empatia e robustez dentro da floresta. A cortiça parecia a escolha óbvia com os seus tons de madeira e textura suave, juntamente com a sua natureza sustentável inerente, sendo um material renovável e biodegradável. A cortiça proporcionou também uma opção de pavimentação segura e resistente que combina bem com o solo da floresta, permitindo que os visitantes serpenteiem livremente entre as árvores".

E, assim, surgiu a parceria com a Corticeira Amorim, para o apoio técnico e fornecimento das soluções em cortiça, uma matéria-prima 100% natural, ecológica, renovável, reciclável e reutilizável, em perfeito alinhamento com o ambiente, o bem-estar individual e o impacto positivo na sociedade, preconizados pelos ODS.

De resto, premissas em que assenta igualmente a estratégia de desenvolvimento sustentável da Corticeira Amorim. "A circularidade dos processos, o incremento da sustentabilidade dos materiais e a redução das emissões de CO2, dos resíduos e da poluição são objetivos e compromissos da empresa", como destaca Cristina Rios de Amorim. "A transicção acelerada para uma bioeconomia circular, baseada na melhoria da eficiência do uso da cortiça ao longo do processo produtivo, e isto apesar dos notáveis 100% de aproveitamento do material, é fulcral no sucesso futuro da Corticeira Amorim", sublinha a administradora do maior grupo de transformação de cortiça do mundo. E sublinha: "The Global Goals Pavilion, que abordará também as questões da formação e desenvolvimento, da saúde e segurança no trabalho, da paz e justiça, entre outras igualmente basilares, irá certamente contribuir para ampliar o debate e potenciar a contribuição de todos para a concretização dos ODS. Tal como a Corticeira Amorim vem fazendo". Acresce, complementa Cristina Rios de Amorim, que "a presença na London Design Biennale 2021 é mais uma oportunidade de promover junto de um público especializado os benefícios ímpares da cortiça na construção de um mundo social, cultural e ambientalmente equitativo". 

Uma ideia corroborada pelo cofundador e Director Executivo da London Design Biennale, Ben Evans, para quem "estamos agora num ponto de viragem no universo criativo onde é cada vez mais difícil fazer algo que não seja sustentável. Creio que isto confere à cortiça uma vantagem impressionante. Por outro lado, penso que as pessoas estão a começar a perceber o alcance, a relevância e a profundidade da cortiça. A viagem deste admirável mundo novo do design tem um ponto de partida muito positivo", conclui o fundador da London Design Biennale.

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