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segunda-feira, 2 de agosto de 2021
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Investidos 1.100 milhões € no 1º semestre em imobiliário nacional

Investidos 1.100 milhões € no 1º semestre em imobiliário nacional

18 de julho de 2016

Já foram investidos 1.100 milhões de euos no primeiro semestre em imobiliário português resultantes de cerca de 35 transacções, na sua grande maioria de origem internacional. Um valor semelhante aos 1.200 milhões de euros investidos em Portugal no primeiro semestre de 2015.

são valores adiantados pela consultora Aguirre Newman, onde o sector de Escritórios, destaca-se ao captar cerca de 43% do total de investimento realizado no 1º semestre de 2016. Segue-se o sector de Centros Comerciais com o registo de cerca de 19% do total de investimento, traduzido em cerca de 205 milhões de euros investidos e 82.000 de m² transaccionados.

Dos negócios realizados destacam-se a aquisição do Campus de Justiça propriedade do Fundo Office Park Expo, pelo francês Pierre Castel, 49% do investido em escritórios neste semestre. Relativamente aos Centros Comerciais, 90% do investimento realizado, foi destinado à compra do Algarve Shopping e Estação Viana.

Relativamente aos escritórios, a área contratada entre Janeiro e Junho de 2016 (73.816 m²), em termos acumulados, foi superior em cerca de 45% à registada em igual período do ano transato (50.776 m²).

Em Junho de 2016 foram contratados 21.083 m² de escritórios, valor 65% acima do registado em igual período de 2015 (12.763 m²).

Quanto à superfície média contratada por transacção, de Janeiro a Junho, aumentou cerca de 92%, de 413 m² em 2015 para 794 m² em 2016. Do total dessa área contratada de Janeiro a Junho de 2016, 3% são em edifícios novos e os restantes 97% em edifícios usados, denotando-se uma incidência clara por instalações usadas.

Mercado de retalho centrado nas lojas de rua

No retalho o mercado encontra-e actualmente bastante centrado nas lojas de rua, tanto a no mercado de investimento como na procura. Ao nível da procura, com a escassez de lojas nas zonas prime, os operadores estão as desviar-se para outras zonas como a Baixa, Príncipe Real e Baixa da cidade, levando aos preços por m² a aumentar, como até então não se havia verificado. Quando analisamos a perspectiva dos investidores, denotamos um claro foco pelas zonas prime que tem implicado descidas das yields. 

O mercado de indústria também está em esta retoma, ainda que pouco expressiva. Relativamente ao que se registava no mercado há cerca de cinco anos, hoje sente-se uma melhoria na procura de logística. As perspectivas de conjuntura económica também indicam uma evolução positiva deste sector para os próximos anos, tanto ao nível da procura como de investimento 

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