De acordo com uma análise do idealista, 8% dos imóveis anunciados para venda sofreram reduções de preço nos primeiros três meses do ano. Évora, Ponta Delgada e Lisboa entre os mercados com maiores ajustes.
Apesar da primeira desaceleração dos preços em quase dois anos, o mercado imobiliário mantém uma forte pressão sobre os valores das casas. As vendas caíram 8,7% no arranque de 2026, enquanto o valor total das transações cresceu para 9,9 mil milhões de euros, avança o INE.
Alargar o raio de procura para os concelhos vizinhos das principais cidades portuguesas pode traduzir-se numa poupança significativa na compra de casa, a conclusão é de uma análise do Imovirtual.
Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal lideram valorizações, revela estudo do Banco de Portugal.
Os preços das casas em Portugal devem manter-se elevados, com a demora das medidas para estimular a oferta a produzir efeitos, existindo riscos associados à capacidade de pagar os créditos, principalmente com garantia pública, conclui a DBRS.
O mercado imobiliário português continua com comportamentos distintos entre regiões e segmentos, com o arrendamento a manter altos níveis de pressão e a compra a dar sinais de maior estabilização.
O mercado imobiliário português está a atravessar uma transformação estrutural na composição da sua oferta, marcada pela redução significativa das habitações mais acessíveis e pelo crescimento contínuo do segmento premium, revela o Imovirtual.
Os concelhos da Margem Sul do Tejo estão a afirmar-se como os principais motores da valorização imobiliária na Área Metropolitana de Lisboa, com aumentos homólogos superiores a 30%.
De 67 mil a euros a 1,35 milhões de euros, o mais recente Barómetro de Concelhos do Imovirtual mostra que, em Abril a disparidade entre concelhos no mercado imobiliário está a aumentar.
No 1º trimestre de 2026, as transacções caem 9,4% mas preços da habitação continuam a subir, com aumento de 4,6%, revela o Confidencial Imobiliário.