Valor mediano da habitação aumenta 8% em Julho e supera os 3.200 euros/m2. Centro e Alentejo lideram as maiores valorizações, enquanto Lisboa continua a ser o mercado mais caro do país.
O sector da construção e do mercado habitacional manteve uma trajectória positiva nos primeiros cinco meses de 2026, apesar de alguns sinais de abrandamento ao nível do licenciamento de projectos.
O futuro da Costa Vicentina não passa por construir mais. Passa por construir melhor. Passa por reabilitar e qualificar o património existente. Opinião de Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal.
Promotores e Investidores Imobiliários manifestaram o seu apoio à decisão do Governo de adiar a entrada em vigor da revisão do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação.
Um projeto imobiliário não se torna desejável quando chega ao mercado. Torna-se desejável (ou perde essa oportunidade) nas decisões que são tomadas muito antes da sua construção. Opinião de Duarte Marques, Diretor de Empreendimentos da Portugal Sotheby’s International Realty.
Cada anúncio recebeu, em média, 24 contactos no segundo trimestre. Santarém lidera a pressão da procura e Porto e Lisboa registam os maiores aumentos.
O mercado imobiliário português continua a valorizar, tanto na compra como no arrendamento, mas a evolução dos preços torna-se cada vez mais desigual entre regiões.
A procura por casas para arrendar já não se concentra apenas na Área Metropolitana de Lisboa, o interior ganha peso nesta escolha, indica o idealista.
Moradias com piscina são as mais afectadas pela quebra da oferta e já ultrapassam, em média, os 1,3 milhões de euros. Porto contraria tendência nacional com forte crescimento de novos empreendimentos.
O imobiliário português continua a atrair investidores internacionais, com perfis distintos. Britânicos lideram no Minho, norte-americanos ganham peso no Porto e franceses e alemães destacam-se no Oeste.