Vasco Magalhães, Director-Geral da Melom e da QMACO defende que a reabilitação continua a beneficiar da dificuldade de acesso à habitação, mas alerta para os desafios estruturais da construção em Portugal, nomeadamente a falta de mão-de-obra qualificada e a necessidade de maior profissionalização.
A crescente mobilidade profissional e a consolidação do trabalho híbrido estão a impulsionar um novo segmento no imobiliário português, indicam Nishel Rajani, CEO da Maleo Offices e Rui Silva, Director Geral GuestReady Portugal.
SIL 2026 quer afirmar um mercado imobiliário resiliente, mais internacional e focado na habitação acessível, Sérgio Runa, gestor do SIL reforça papel do imobiliário como motor de investimento.
O consultor e promotor imobiliário, André Casaca, CEO da Laplace Real Estate Intelligence, antecipa um ano positivo para 2026. No entanto, considera que existem variáveis não controláveis ao nível geopolítico que deverão ser acompanhadas com particular atenção e cautela.
Para o promotor imobiliário, João Sousa, CEO da JPS Group, as decisões de investimento para 2026 deixam de ser tomadas em ambiente de pressão extrema e passam a ser baseadas em execução, eficiência e controlo de risco.
Mariana Pedroso Morgado, CEO da Architect Your Home de Portugal e Reino Unido, revela que o mercado tornou-se mais exigente, informado e crítico e que a localização já não chega.
Bruno Coelho, Professor na ESAI e administrador de Imobiliário no Doutor Finanças, revela que o sector não precisa de mais ruído político, precisa de regras estáveis, licenciamento funcional, criação efectiva de produto e confiança.
Ricardo Sousa, CEO da Century 21, indica que a troca de casa o grande motor das transacções em 2025 e para 2026 antecipa um ajustamento no volume de vendas em 2026.
A eficiência energética está a tornar-se um fator decisivo na valorização dos imóveis. João Pina, sócio fundador da HYPE7 explica como a empresa desenvolveu soluções digitais que ajudam promotores, investidores e utilizadores finais a gerir melhor o consumo de energia e a reduzir custos de operação.
"O modelo da UZU é simples: O proprietário vende a propriedade de raiz do imóvel, mas mantém o direito legal de continuar a viver nele por tempo determinado ou vitalício, conforme definido em contrato", explica Ellos Campos, CEO da UZU.