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Preços das casas em Portugal sobem 2,3% no 3.º trimestre, mas ritmo de valorização abranda
Os preços de venda da habitação em Portugal Continental aumentaram 2,3% entre julho e setembro, abaixo dos 3,5% registados no trimestre anterior. Em termos homólogos, a subida desacelerou de 21,7% para 14,5% num ano.
Os preços de venda da habitação em Portugal Continental aumentaram 2,3% no terceiro trimestre de 2026 face aos três meses anteriores, confirmando uma desaceleração do ritmo de valorização do mercado residencial. Os dados são do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário.
A subida trimestral ficou abaixo dos 3,5% registados no segundo trimestre deste ano e dos 6% observados no terceiro trimestre de 2025. Embora os preços continuem a aumentar, os indicadores apontam para uma moderação progressiva do crescimento.
Crescimento homólogo recua 7,2 pontos percentuais
A desaceleração é também visível na comparação com o período homólogo. Entre julho e setembro, os preços de venda das casas subiram 14,5% face ao terceiro trimestre de 2025.
Apesar de continuar a representar uma valorização expressiva, esta taxa fica aquém dos 21,7% registados no mesmo período do ano passado. A diferença corresponde a uma redução de 7,2 pontos percentuais no crescimento homólogo ao longo de um ano.
Os dados mostram, assim, que o mercado residencial português mantém uma tendência de subida dos preços, mas a um ritmo inferior ao observado em 2025.
Mercado continua a valorizar, mas a um ritmo menor
A evolução do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário evidencia uma mudança no ritmo de crescimento dos preços da habitação em Portugal Continental.
A subida de 2,3% em cadeia no terceiro trimestre traduz uma desaceleração face aos períodos anteriores, enquanto a evolução homóloga confirma que a valorização anual também perdeu intensidade.
Ainda assim, os preços continuam a apresentar aumentos significativos, com uma subida de 14,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025. Os dados disponíveis apontam, por isso, para uma moderação da valorização, e não para uma descida dos preços das casas.















