Madrid constrói 31 mil casas acessíveis e mostra a Portugal o peso da escala, no primeiro dia do The District 2026 que reúne mais de 20 mil profissionais na capital espanhola.
Capital portuguesa entrou pela primeira vez no UBS Global Real Estate Bubble Index e surge já na categoria de risco acrescido de bolha imobiliária, depois de os preços reais da habitação terem subido cerca de 10% no último ano.
Número médio diário de anúncios subiu de 34.291 para 38.812 em 2026, enquanto o preço médio anunciado desceu de 1.465 para 1.371 euros. Lisboa e Porto concentram o maior volume de oferta.
Parceria pretende adaptar ao mercado português um modelo de arrendamento de longo prazo em que as rendas são calculadas com base nos custos reais dos edifícios. As empresas estão ainda a definir o enquadramento legal e financeiro e admitem que os primeiros projetos só deverão surgir dentro de pelo menos quatro anos.
Transações de habitação recuaram 5,4% em Portugal nos primeiros seis meses de 2026, embora permaneçam acima da média dos últimos três anos.
decisão permite à empresa operar acima do limiar de 500 milhões de euros de ativos sob gestão.
Preços demasiado baixos e pedidos de pagamento antecipado estão entre os principais sinais de alerta.
CMVM reconhece Fomento SGOIC como sociedade gestora de grande dimensão. Empresa administra atualmente 440 milhões de euros e ganha margem para lançar veículos de maior escala e acompanhar operações mais complexas.
Casas de elevado valor aproximam-se cada vez mais da experiência dos hotéis de luxo, com maior aposta em bem-estar, tecnologia, privacidade e integração entre arquitetura e construção.
Análise do idealista relativa ao 2.º trimestre revela fortes diferenças nos preços dos municípios mais procurados. Barrancos apresenta o valor mais baixo para compra, enquanto Campo Maior tem a renda mais acessível.