Portugal destacou-se como um dos mercados mais dinâmicos a nível internacional, ocupando o 3.º lugar mundial em crescimento nominal dos preços da habitação, com uma subida anual de 17,7%, revela o relatório global da Knight Frank.
O presidente executivo (CEO) da Century 21 Portugal, Ricardo Sousa, afirmou hoje que “o poder de compra das famílias vai ser o travão” do mercado habitacional em 2026, durante a conferência do Diário Imobiliário.
Antecipando para a conferência dos NO Filters de 4 de Fevereiro, os especialistas, revelam que o mercado imobiliário português prepara-se para um novo ciclo: menos eufórico, mais racional e exigente.
Novas centralidades emergem, potenciadas por investimento público e privado, dando origem a territórios mais equilibrados, funcionais e atrativos para viver. Opinião de João Sousa, CEO JPS Group.
A renda média nacional alcançou 1.450 euros em Janeiro, reflectindo uma subida de +7,4% face a Dezembro 2025 (1.350 euros) e um aumento de +16% em termos homólogos, refere o Imovirtual.
A estrutura das organizações e o problema da decisão. Opinião de José J. Paraíso, Real Estate Executive | Investment, Development & Business Leadership.
Quem pensa em comprar casa em Portugal, tem de se preparar para um esforço financeiro mais prolongado, em média, 28,5 anos de rendas, indica o Imovirtual.
Os valores praticados nos novos contratos de arrendamento celebrados em 2025 apresentaram uma variação anual de 0,2% em Lisboa e de -1,6% no Porto, revela a análise da Confidencial Imobiliário.
A chegada da marca norte-americana a Portugal é acompanhada por um plano de expansão com a abertura de lojas em cinco regiões do país e a contratação de 50 consultores em 2026.
A habitação deixou de ser apenas um dos muitos problemas sociais na agenda política europeia para se tornar um dos seus eixos centrais. Opinião de Gonçalo Carvalho Miguel, da Laplace Real Estate Intelligence.