O valor dos concursos de obras públicas promovidos nos primeiros nove meses totalizou 6.166 milhões de euros. Os contratos de empreitada somaram 3.581 milhões de euros, menos 43% em termos homólogos.
A falta de mão de obra tornou-se o principal motor da inflação no setor imobiliário residencial. Como 86% das empresas de obras privadas enfrentam falta de pessoal, a pressão afeta os custos, os prazos e reduz o ritmo de colocação de novas casas no mercado. Opinião de João Sousa, CEO da JPS Group.
Consumo de cimento sobe 6,4% e novo crédito à habitação aumenta 12,5% até agosto. Os preços das casas atingem um novo máximo histórico, mas o investimento público abranda.
Empresas têm 9,4 meses de trabalho assegurado, enquanto o licenciamento de obras de reabilitação cai 14,3% até agosto.
O novo Centro de Capacitação está dedicado à formação de operadores e técnicos de máquinas pesadas e de movimentação de terras.
AICCOPN alerta para o agravamento dos custos das empresas e defende alargamento do gasóleo profissional à construção, redução temporária do IVA e do ISP e mecanismos mais rápidos de revisão de preços nos contratos.
Setor atinge no 2.º trimestre o maior nível de emprego desde 2011. Crédito e investimento mantêm crescimento, enquanto os custos de construção sobem 7,2% e os novos concursos de obras públicas diminuem 28%.
Allianz Trade classifica o setor como de “risco sensível”. Infraestruturas, energia e data centers sustentam a atividade, mas custos, falta de mão de obra e complexidade regulatória continuam a penalizar as empresas.
O número de edifícios licenciados no 2.º trimestre caiu 7,1% em relação ao período homólogo, assim o número de edifícios concluídos recuou 4,2%.
Os custos de construção de habitação nova aumentaram 6,8% em julho, em termos homólogos, desacelerando face aos 7,4% registados em junho.