Allianz Trade classifica o setor como de “risco sensível”. Infraestruturas, energia e data centers sustentam a atividade, mas custos, falta de mão de obra e complexidade regulatória continuam a penalizar as empresas.
O número de edifícios licenciados no 2.º trimestre caiu 7,1% em relação ao período homólogo, assim o número de edifícios concluídos recuou 4,2%.
Os custos de construção de habitação nova aumentaram 6,8% em julho, em termos homólogos, desacelerando face aos 7,4% registados em junho.
A atividade de reabilitação urbana continua a crescer em Portugal, mas a um ritmo significativamente mais lento. Em julho, o nível de atividade aumentou apenas 0,8% em termos homólogos, enquanto o licenciamento de obras registou uma quebra de 12,5% no 1.º semestre.
Até ao final de Julho, o montante global dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidos ascendeu a 4.935 milhões de euros, menos 28% face ao mesmo período de 2025.
A The Light Rebar Company, sediada em Guimarães e participada pelo Grupo Versa, desenvolveu um varão compósito que se apresenta como alternativa ao aço na construção civil.
O mercado das obras públicas entrou em desaceleração no primeiro semestre de 2026, com uma quebra significativa quer na promoção de novos concursos, quer na contratação pública, indica a AICCOPN.
Concursos promovidos recuam 44% e contratos celebrados diminuem 23% nos primeiros cinco meses do ano. AICCOPN aponta para desaceleração do investimento público.
Investimento no sector aumentou 2,6% no primeiro trimestre, enquanto crédito às empresas da construção atingiu o valor mais elevado desde 2020, revela a Aiccopn.
De acordo com os dados mais recentes do sector, divulgadas pela AICCOPN, o montante de concursos públicos promovidos totalizou 2.385 milhões de euros até Abril, representando uma quebra de 44%.