Nos últimos anos, o debate sobre a crise da habitação em Portugal tem sido dominado por uma ideia aparentemente simples: é preciso construir mais casas. No entanto, uma parte significativa da oferta potencial nunca chega sequer a sair do papel. Opinião de Gonçalo Carvalho Miguel, Laplace Real Estate Intelligence.
Durante demasiado tempo procurámos culpados fáceis para a subida dos preços das casas. Mas o verdadeiro problema é outro: Portugal simplesmente não construiu o suficiente para dar resposta ao aumento da procura. Opinião do Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby's International Realty.
Num mercado imobiliário cada vez mais competitivo, impõe-se uma pergunta incontornável: como se pode diferenciar um projeto? Opinião de Miguel Lopes da Architect Your Home.
Durante décadas, as chamadas “cidades-dormitório” foram vistas como extensões residenciais dependentes dos grandes centros. Esse paradigma está hoje a ser profundamente redefinido. Opinião de Anabela Coelho, da Engel & Völkers Gaia‑Gondomar.
O “ar fresco” que o setor imobiliário precisa depende de inovadores processos e modos de conceber, empreender, gerir, investir e produzir. Opinião de João Correia Gomes, professor na ESAI.
A Engenharia Civil pode transformar a forma como Portugal gere as suas águas, as suas cidades e o seu território. Opinião de Bruno de Carvalho Matos, Engenheiro Civil.
Não devemos encarar estes episódios como ocorrências isoladas, mas como eventos recorrentes que exigem planeamento integrado, investimento consistente e uma visão estratégica articulada entre administração central e entidades locais. Opinião de Nuno Garcia, Diretor-Geral da GesConsult.
O setor da construção depende atualmente da imigração para evitar atrasos em grandes projetos e garantir a competitividade do país Opinião de Bruno de Carvalho Matos, Engenheiro Civil.
Durante anos, o setor imobiliário português tratou o risco climático como um exercício teórico. A Tempestade Kristin encerrou violentamente esse capítulo. Opinião de Javad Hatami, CEO da Builtrix.
Novas centralidades emergem, potenciadas por investimento público e privado, dando origem a territórios mais equilibrados, funcionais e atrativos para viver. Opinião de João Sousa, CEO JPS Group.