Taxa de arrendamento expresso desce para 7% em Portugal no segundo trimestre. Évora lidera com 43% dos anúncios retirados em menos de um dia, indica o idealista.
Lisboa, Faro, Porto, Setúbal e a ilha da Madeira, representam mais de 93% da oferta nacional neste segmento, revela estudo do idealista.
Valor mediano da habitação aumenta 8% em Julho e supera os 3.200 euros/m2. Centro e Alentejo lideram as maiores valorizações, enquanto Lisboa continua a ser o mercado mais caro do país.
Santarém lidera em número de concelhos no top 50 da procura residencial. Sobral de Monte Agraço é o município mais procurado para comprar casa em Portugal.
Grândola é o município costeiro português com as habitações de luxo mais caras do país, de acordo com uma análise do idealista relativa ao segundo trimestre de 2026.
Cada anúncio recebeu, em média, 24 contactos no segundo trimestre. Santarém lidera a pressão da procura e Porto e Lisboa registam os maiores aumentos.
A procura por casas para arrendar já não se concentra apenas na Área Metropolitana de Lisboa, o interior ganha peso nesta escolha, indica o idealista.
Coimbra, Porto e Lisboa registam as maiores quebras na oferta de arrendamento, enquanto o idealista alerta que o problema continua concentrado nos grandes centros urbanos.
Renda mediana é de 7,4 euros por metro quadrado, segundo o idealista. Lisboa continua a ser o mercado mais caro do país, seguida por Cascais, Sines, Loulé e Oeiras.
Os preços das casas para arrendar em Portugal voltaram a cair em Junho, prolongando uma tendência de descida que já dura há cinco meses. Ainda assim, pressão mantém-se nas principais cidades.