A renda mediana dos 149.628 novos contratos de arrendamento para habitação celebrados em 2025 foi 9,7% superior à registada no ano anterior, situando-se em 9,29 euros por metro quadrado, avançou hoje o INE.
As habitações transaccionadas em 2025 totalizaram 41,2 mil milhões de euros, correspondendo ao valor mais elevado da série iniciada em 2009 e a um crescimento de 21,7% face a 2024, avançou hoje o INE.
Apesar da primeira desaceleração dos preços em quase dois anos, o mercado imobiliário mantém uma forte pressão sobre os valores das casas. As vendas caíram 8,7% no arranque de 2026, enquanto o valor total das transações cresceu para 9,9 mil milhões de euros, avança o INE.
Construção de edifícios ganha dinamismo, enquanto engenharia civil abranda ligeiramente, revela hoje o Índice de Produção na Construção do INE.
Em 2025, o Índice de Preços das Propriedades Comerciais aumentou 10,1%, face à variação observada em 2024. Este foi o aumento de preços das propriedades comerciais mais elevado desde que há registo.
A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação subiu em Março pela primeira vez em mais de dois anos, para 3,088%, contra 3,079% no mês anterior e 3,735% em Março de 2025, divulgou o INE.
No último trimestre de 2025, foram transacionados 43.084 alojamentos familiares, num montante global de 10.775 milhões de euros. Enquanto o número de transações recuou 4,7% em termos homólogos, o valor total transacionado cresceu 5,9%.
As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 5,1% em Março face ao mesmo mês de 2025, mas menos 0,1 pontos percentuais do que em Fevereiro, tendo todas as regiões registado crescimentos homólogos, informou hoje o INE.
Em Fevereiro, o sector do alojamento turístico registou 1,8 milhões de hóspedes (+0,8%) e 4,2 milhões de dormidas (+1,3%). Estes resultados traduziram-se em 299,4 milhões de euros de proveitos totais e 216,7 milhões de euros de proveitos de aposento, revela o INE.
O indicador de confiança dos consumidores voltou a recuar nos últimos dois meses.