Mais de metade das habitações anteriores a 1960 não sofreram obras de renovação para melhorar a eficiência energética e 30,1% das casas antes de 1945 são ocupadas por famílias em risco de pobreza.
A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 3,079% em Fevereiro, ficando abaixo dos 3,111% de Janeiro de 2026 e dos 3,830% de Fevereiro de 2025, indicam dados divulgados hoje pelo INE.
Em Janeiro, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 3,7% em termos homólogos, 0,2 pontos percentuais (p.p.) abaixo do mês anterior, revelou o INE.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 2.105 euros por metro quadrado em Janeiro, um novo máximo histórico e mais 18,7% do que período homólogo 2025, divulgou hoje o INE.
O Índice de Produção na Construção, divulgado hoje pelo INE, aumentou 1,8% em Dezembro, variação inferior em 1,1 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior.
Em Novembro de 2025, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 4,5% em termos homólogos, 0,1 pontos percentuais (p.p.) acima do mês anterior, revela o INE.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 2 060 euros por metro quadrado em Novembro, mais 35 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 18,4% (17,7% em Outubro), revela hoje o INE.
Em 2024, o sector da Construção reforçou a sua presença no tecido empresarial português, representando 7,3% das empresas não financeiras e 6,9% do Volume de Negócios, revela o INE.
Em Outubro, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 4,5% em termos homólogos, 0,1 pontos percentuais (p.p.) abaixo do mês anterior, avança hoje o INE.
As portagens das autoestradas deverão aumentar 2,29% em 2026, tendo por base o valor da inflação homóloga sem habitação no continente de Outubro divulgado hoje pelo INE, acrescido dos 0,1% de compensação às concessionárias.