No último trimestre de 2025, foram transacionados 43.084 alojamentos familiares, num montante global de 10.775 milhões de euros. Enquanto o número de transações recuou 4,7% em termos homólogos, o valor total transacionado cresceu 5,9%.
As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 5,1% em Março face ao mesmo mês de 2025, mas menos 0,1 pontos percentuais do que em Fevereiro, tendo todas as regiões registado crescimentos homólogos, informou hoje o INE.
Em Fevereiro, o sector do alojamento turístico registou 1,8 milhões de hóspedes (+0,8%) e 4,2 milhões de dormidas (+1,3%). Estes resultados traduziram-se em 299,4 milhões de euros de proveitos totais e 216,7 milhões de euros de proveitos de aposento, revela o INE.
O indicador de confiança dos consumidores voltou a recuar nos últimos dois meses.
Mais de metade das habitações anteriores a 1960 não sofreram obras de renovação para melhorar a eficiência energética e 30,1% das casas antes de 1945 são ocupadas por famílias em risco de pobreza.
A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 3,079% em Fevereiro, ficando abaixo dos 3,111% de Janeiro de 2026 e dos 3,830% de Fevereiro de 2025, indicam dados divulgados hoje pelo INE.
Em Janeiro, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 3,7% em termos homólogos, 0,2 pontos percentuais (p.p.) abaixo do mês anterior, revelou o INE.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 2.105 euros por metro quadrado em Janeiro, um novo máximo histórico e mais 18,7% do que período homólogo 2025, divulgou hoje o INE.
O Índice de Produção na Construção, divulgado hoje pelo INE, aumentou 1,8% em Dezembro, variação inferior em 1,1 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior.
Em Novembro de 2025, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 4,5% em termos homólogos, 0,1 pontos percentuais (p.p.) acima do mês anterior, revela o INE.