O acesso a uma casa é condição básica, mas não suficiente. Habitar é integrar-se num espaço que oferece segurança, proximidade, mobilidade e oportunidades. Opinião de Susana Correia, Jurista do Departamento Jurídico e Económico da DECO.
A subida recente dos preços da energia e dos combustíveis, está a pressionar a inflação e poderá ter reflexos directos no aumento das prestações do crédito à habitação nos próximos meses.
O valor representa um aumento ligeiro de 0,19 euros face à semana anterior, mas evidencia uma subida mais significativa desde o início do ano.
O preço do cabaz alimentar essencial voltou a subir, aumentando cerca de 8€ numa semana e custando agora 249,09€, mais 3,75% do que há um ano.
O custo do cabaz alimentar essencial aumentou 28,84% desde Janeiro de 2022, o equivalente a mais 54,13 euros, segundo dados da DECO PROteste.
O novo ano arranca com a prestação da casa a subir para créditos com taxa variável a três e seis meses, a maioria dos contratos de empréstimos à habitação em Portugal, segundo a simulação da Deco Proteste.
A plataforma “Renovar Casa”, criada pela DECO PROteste em parceria com dez organizações europeias, já foi consultada por 20 mil consumidores.
O novo simulador da Deco Proteste permite aos jovens consultar programas e incentivos à habitação (compra e arrendamento) disponíveis em cada município.
A prestação da casa paga ao banco vai descer 88,88 euros em Setembro nos contratos com taxa variável, com um crédito de 150.000 euros, indexado à euribor a 12 meses, de acordo com uma simulação da Deco.
A prestação da casa paga ao banco vai descer 123,54 euros em Agosto nos contratos com taxa variável, com um crédito de 150.000 euros, indexado à euribor a 12 meses, segundo uma simulação da Deco.