Em Janeiro, foram emitidas 1.588 licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais, o que traduz uma diminuição de 14,1% face a Janeiro do ano anterior, revela a AICCOPN.
Os portugueses são os europeus que mais valorizam o crédito à habitação na escolha do banco, num mercado que combina digital e agências físicas.
As instituições de crédito em Portugal concederam em Fevereiro 1.673 milhões de euros para novos empréstimos à habitação, o valor mais baixo em 12 meses, segundo o Banco de Portugal.
Portugal encerrou 2025 com um stock de crédito em incumprimento de 4.100 milhões de euros, um valor cerca de dez vezes inferior aos 42.100 milhões registados no final de 2015.
Em 2024, o sector imobiliário cresceu 5%, superando os 8 mil milhões de euros, e deverá continuar a expandir-se em 2026, segundo a Iberinform.
A subida recente dos preços da energia e dos combustíveis, está a pressionar a inflação e poderá ter reflexos directos no aumento das prestações do crédito à habitação nos próximos meses.
O sector metalúrgico e do aço irá crescer 1,1% na Europa, apesar das medidas para promover a produção local, de acordo com um estudo recente da Crédito y Caución.
A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 3,079% em Fevereiro, ficando abaixo dos 3,111% de Janeiro de 2026 e dos 3,830% de Fevereiro de 2025, indicam dados divulgados hoje pelo INE.
Para a compra de habitação própria permanente, foram celebrados 105 mil contratos de crédito à habitação em 2025, tendo envolvido 163 mil pessoas. Metade destes novos créditos tinham um valor igual ou inferior a 170 mil euros, revela o Banco de Portugal.
Em 2025, foram emitidas 19.817 licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais, representando um incremento de 3,3% face ao ano anterior, revela a Síntese Estatística da Habitação da AICOOPN.