Portugal continua a afirmar-se como uma das economias mais resilientes da Europa, mantendo a classificação de risco país A2 (risco baixo) atribuída pela Coface.
Insolvências empresariais devem crescer entre 3% e 4%, abaixo do aumento previsto entre 6% e 7% para o final de 2025, com a construção, hotelaria e restauração como os sectores mais afectados, refere a Coface.
A construção civil depende fortemente da estabilidade macroeconómica, do acesso a financiamento e do custo dos materiais, sendo fortemente impactada por tensões no sector energético e na cadeia do aço.