Faixa entre os 200 mil e os 300 mil euros torna-se, pela primeira vez, a mais procurada no Imovirtual. Compradores adaptam expectativas à subida dos preços e concentram cada vez mais a procura nos segmentos intermédios e superiores.
A diferença entre o município mais caro e o mais acessível para adquirir habitação ultrapassa atualmente os 1,25 milhões de euros, reflectindo um mercado cada vez mais fragmentado, revela o Imovirtual.
Comissão Europeia lança consulta pública sobre a simplificação das regras que regem a oferta de habitação na Europa.
Segundo o índice de preços do idealista, o valor mediano da habitação para venda fixou-se nos 3.156 euros /m2 em Junho, uma subida de 8,9% face ao mesmo mês de 2025.
Lisboa continua a ser o distrito mais caro para comprar casa, com um preço médio de 605.524 euros. Apesar de liderarem em valor absoluto, Lisboa e Porto registam uma inversão da tendência de crescimento, revela o Imovirtual.
De acordo com uma análise do idealista, 8% dos imóveis anunciados para venda sofreram reduções de preço nos primeiros três meses do ano. Évora, Ponta Delgada e Lisboa entre os mercados com maiores ajustes.
Apesar da primeira desaceleração dos preços em quase dois anos, o mercado imobiliário mantém uma forte pressão sobre os valores das casas. As vendas caíram 8,7% no arranque de 2026, enquanto o valor total das transações cresceu para 9,9 mil milhões de euros, avança o INE.
Alargar o raio de procura para os concelhos vizinhos das principais cidades portuguesas pode traduzir-se numa poupança significativa na compra de casa, a conclusão é de uma análise do Imovirtual.
Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal lideram valorizações, revela estudo do Banco de Portugal.
Os preços das casas em Portugal devem manter-se elevados, com a demora das medidas para estimular a oferta a produzir efeitos, existindo riscos associados à capacidade de pagar os créditos, principalmente com garantia pública, conclui a DBRS.