A procura por casas para arrendar já não se concentra apenas na Área Metropolitana de Lisboa, o interior ganha peso nesta escolha, indica o idealista.
Moradias com piscina são as mais afectadas pela quebra da oferta e já ultrapassam, em média, os 1,3 milhões de euros. Porto contraria tendência nacional com forte crescimento de novos empreendimentos.
O imobiliário português continua a atrair investidores internacionais, com perfis distintos. Britânicos lideram no Minho, norte-americanos ganham peso no Porto e franceses e alemães destacam-se no Oeste.
Inquérito internacional revela que a maioria das empresas espera aumentar as equipas e adaptar funções à Inteligência Artificial, em vez de substituir trabalhadores.
Coimbra, Porto e Lisboa registam as maiores quebras na oferta de arrendamento, enquanto o idealista alerta que o problema continua concentrado nos grandes centros urbanos.
Uma revisão da Lei n.º 153/2015 não deve ser vista como um recuo regulatório, mas como um ajustamento necessário e responsável. Opinião de Ricardo Reis, Head of Valuation & Advisory na Cushman & Wakefield.
Confidencial Imobiliário regista 39.210 fogos transacionados e preços em alta com aumento trimestral de 3,5%.
Estudo do Imovirtual revela que 85% da procura continua focada nos distritos costeiros, embora vários concelhos do interior estejam a registar um crescimento sustentado por parte dos compradores.
A renda mediana dos 149.628 novos contratos de arrendamento para habitação celebrados em 2025 foi 9,7% superior à registada no ano anterior, situando-se em 9,29 euros por metro quadrado, avançou hoje o INE.
Empreendimento junto ao Palácio Nacional aposta em apartamentos de elevada qualidade, eficiência energética e arquitectura contemporânea. Conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2027.