A inflação subjacente (exclui os componentes mais voláteis, como energia e bens alimentares não transformados) desceu para 2,2% em Janeiro, face a 2,3% em Dezembro e 2,7% no período homólogo.
Desde o início do ano, o cabaz alimentar subiu cerca de 4% em menos de um mês, atingindo o valor mais elevado dos últimos quatro anos, desde 2022.
O preço do cabaz alimentar essencial voltou a subir, aumentando cerca de 8€ numa semana e custando agora 249,09€, mais 3,75% do que há um ano.
Segundo o INE, 2025 ficou marcado por um abrandamento moderado da inflação, tendência que não se estendeu aos produtos alimentares não transformados.
O custo do cabaz alimentar essencial aumentou 28,84% desde Janeiro de 2022, o equivalente a mais 54,13 euros, segundo dados da DECO PROteste.
A inflação manteve-se estável em Dezembro de 2025, mas os preços dos alimentos continuaram a pressionar o custo de vida.
O ano de 2026 deverá ser marcado por um recuo da taxa de inflação para 2,1% e por um novo alívio no IRS, mas as famílias vão deparar-se com uma subida generalizada dos preços de alguns bens e serviços.
A inflação abrandou para 2,2% em Novembro, informou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O INE confirmou que a taxa de inflação em Portugal abrandou para 2,3% em Outubro, menos 0,1 pontos percentuais do que em Setembro.
A inflação da zona euro manteve-se em Julho nos 2%, valor que corresponde exactamente à meta de estabilidade de preços definida pelo Banco Central Europeu (BCE).