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Rodrigo da Fonseca Prime Residences: sublime reabilitação

30 de janeiro de 2024

Reabilitações há que se distinguem das demais, pelo seu rigor e excelência dos projectos arquitectónico, de engenharia e construção. O mais recente projecto da Mexto Property Investment, vencedor do SIL, na categoria de Reabilitação é claramente um deles, recuperando com elegância o património arquitectónico original e criando interiores charmosos e de profundo bom gosto.

Desenvolvido pela promotora imobiliária Mexto Property Investment, apresenta-se como um projecto  onde o luxo sofisticado tira real partido do projectado pelos gabinetes BFJ Arquitectos e Appleton & Domingos – Arquitectos.



Segundo os gabinetes de arquitectura autores do projecto, “O edifício encontrava-se num avançado estado de degradação, e muitos dos valores que aí existiam, arruinados ou destruídos, remetiam para o universo predial lisboeta do inicio do século XX. O edifício existente serviu de mote para o desenvolvimento do projecto de intervenção, procurando garantir uma ideia de continuidade entre o que é proposto e o existente, entre os elementos novos e antigos.

O projecto procura, a partir dos poucos elementos recuperáveis ou reutilizáveis reinventar o edifício conferindo-lhe uma leitura unitária do edifício tanto no espaço como no tempo” - afirmam.

Depois de longos meses de profundo trabalho de reabilitação deste edifício com caraterísticas ao estilo Belle-Epoque, classificado pela Carta Municipal do Património de Lisboa com valor patrimonial relevante, surge agora um projecto residencial composto por oito espaçosos apartamentos de luxo - de tipologias T3, e T3 e T4 duplex -  que dá uma alma transcendente ao centenário edifício lisboeta.



A partir de elementos recuperáveis como as varandas, o passadiço de estrutura metálica e os revestimentos azulejares, elaborou-se um projecto de reinvenção do edifício com o objectivo de o recriar como uma nova unidade habitacional de luxo, proporcionando uma leitura coerente com os espaços existentes assim como com as exigências do tempo actual.

No projecto aplicaram-se soluções com vista a tirar partido do património existente, preservando-o e valorizando-o. São exemplo as fachadas e empenas, incluindo gradeamentos, cantarias, azulejos e a porta principal; o sistema de entrada constituído pelo vestíbulo, escadas de pedra, guarda-vento e pelo segundo vão de passagem para a escada de acesso aos pisos superiores.

Foram recuperadas ainda as gateiras de topo curvo localizadas na cobertura. Para além destes elementos, foi possível recuperar outros elementos existentes, que remetiam para um universo predial lisboeta do início do séc. XX e que se pretendeu dar nova vida. É o caso das varandas e do passadiço de estrutura metálica localizados no tardoz. Procurou-se, assim, a partir dos poucos elementos recuperáveis ou reutilizáveis reinventar o edifício conferindo-lhe uma nova unidade que garante uma leitura unitária no espaço e no tempo.





Na intervenção optou-se por manter a lógica original do edifício de um fogo por andar nos dois pisos mais baixos que possuem jardim, e subdividir os restantes em duas fracções – uma orientada para a rua, a outra para tardoz. Nos últimos andares, os apartamentos foram enriquecidos atribuindo-lhes uma parte do sótão, o que permite a utilização de pés-direitos duplos, tirar partido de entradas de luz zenitais e ainda obter alguns espaços de estar exteriores aproveitando o desenho do telhado e elevando ao último piso as varandas do tardoz. Na cave foi desenvolvido um piso de estacionamento, áreas técnicas, compartimento de lixo e arrecadações, além do logradouro.

Os novos residentes ganham, ainda, uma zona relvada de lazer, para uso de todas as fracções.  Nesta zona, foi também construída uma piscina, de água aquecida e com cobertura de segurança em estore, ladeada por um deck de madeira.

Uma das preocupações deste projecto foi garantir a utilização de materiais de grande qualidade, privilegiando fornecedores portugueses, reduzindo deste modo a pegada ecológica e valorizando o mercado nacional.




No âmbito do luxo que uma reintervenção nesta zona merece foram usados materiais nobres como a pedra natural e madeira, sendo ainda incorporados apontamentos de latão dourado e elementos decorativos de paredes e tetos

"Na reabilitação do edifício houve ainda o extremo cuidado de recuperar materiais e funcionalidades originais, valorizando ainda mais as áreas comuns do edifício, como os tetos em estuque, as portas em madeira nobre, as escadas de mármore ou os ferros forjados", refere Tomas Suter, Senior Advisor & Partner da MEXTO Property Investment.

Na Rodrigo da Fonseca Prime Residences o estacionamento é, também, tratado como um espaço nobre, garantindo que o ponto de entrada no edifício é de igual tratamento que o resto do edifício, ou seja, sobriedade elegância e bom gosto. O pavimento em calçada portuguesa é uma extensão do pavimento típico português, tendo sido escolhida a pedra escura – basalto de dimensão média. Já as paredes, são revestidas a azulejo Viúva Lamego de tons verdes mimetizando a parede verde vegetal que se estende desde este piso até ao piso superior. Por sua vez, os tetos falsos ocultam todas as infra-estruturas, de modo a que o ambiente seja despojado de elementos salientes e dissonantes do aspecto nobre que se pretende para este empreendimento.

De capitais suiços, a MEXTO Property Investment é uma promotora imobiliária focada na excelência e especializada no segmento da reabilitação residencial de luxo. Investindo nas melhores localizações, procura reabilitar cada edifício com respeito pela sua história e carisma, num equilíbrio perfeito com o maior e mais actual padrão de conforto e luxo. O resultado são produtos residenciais distintamente exclusivos. Em Portugal desde 2016, a Mexto Property Investment conta com um investimento de cerca de 239 milhões de euros, que correspondem a uma área bruta em construção de 71.000m2.