João Sousa, CEO do JPS Group, um dos primeiros promotores a apostar na construção nova para a classe média portuguesa, acredita que esta crise não será igual à de 2008. "Hoje, estamos mais bem preparados!".
José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, acredita que, no prazo de três a seis meses, quem pretendia investir e dispunha dos meios necessários, irá confirmar a sua intenção de investimento.
Sérgio Ferreira, CEO da Coporgest, garante que crise económica vai instalar-se com muita violência com o desemprego a aumentar, consumo a regredir, receitas fiscais a baixar, numa escala duríssima e global.
Ricardo Feferbaum, Head of Real Estate do Imovirtual, acredita que a pandemia irá acelerar as mudanças que estavam a emergir e que o online irá além da divulgação do imóvel, será o futuro de todo o processo de negócio.
Paulo Loureiro, fundador do novo grupo de investimento português Bondstone que quer investir 400 milhões em imobiliário, revela que são nestes períodos que surgem oportunidades.
O imobiliário tem de acompanhar o futuro e para isso é importante adaptar-se à mobilidade eléctrica em Portugal. José Sacadura, CEO Power Dot, garante que os parques de carregamento eléctricos vão ser imprescindíveis.
A secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, revela que os instrumentos que o Governo está a implementar no sector, são atractivos para quem investir na habitação a custos controlados.
Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, revela que o mercado está a estabilizar e que os projectos de construção nova dirigidos à classe média são os que mais irão dinamizar o mercado.
"Inevitavelmente a energia solar será a energia do futuro, estando-se a ultrapassar barreiras até há pouco consideradas inultrapassáveis", revela Filipe Bello Morais, Director Geral da Sotecnisol Power & Water.
A belga Krest Real Estate Investments já investiu 100 milhões em imobiliário português e Claude Kandiyoti, garante que irá continuar a investir em novos projectos. Alega que Portugal, é o país europeu que mais foi subestimado.