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terça-feira, 22 de setembro de 2020
Arquitectura
Projecto de Spa de Natureza na Letónia ganho por uma equipa de 4 jovens arquitectos portugueses Projecto de Spa de Natureza na Letónia ganho por 4 jovens arquitectos portugueses - 02 Projecto de Spa de Natureza na Letónia ganho por 4 jovens arquitectos portugueses - 03 Projecto de Spa de Natureza na Letónia ganho por 4 jovens arquitectos portugueses - 04 Projecto de Spa de Natureza na Letónia ganho por uma equipa de 4 jovens arquitectos portugueses

Letónia: jovens arquitectos portugueses vencem concurso para Spa

14 de março de 2017

Um grupo de quatro jovens arquitectos portugueses, recém-formados pela Universidade de Évora (UÉ) e oriundos de diversas partes do país, venceu um concurso internacional de arquitectura para a concepção de um ‘Spa de Natureza’ na Letónia.

Ana Isabel Santos, João Varela, João Tavares e Paulo Dias, com idades entre os 25 e os 28 anos, formam o grupo vencedor da competição, realizada pela plataforma ‘online’ Bee Breeders, sediada em Hong Kong e organizadora de concursos internacionais de arquitectura, que divulgou hoje os resultados.

A conquista do prémio tem uma contrapartida pecuniária de 11 mil euros e a colaboração, como consultores, na concretização do projecto, caso este avance, servindo naturalmente servir de estímulo para os jovens arquitetos portugueses.

Naturais de diversas partes do país, os quatro jovens formaram-se no curso de Arquitectura com Mestrado Integrado da Escola de Artes da UÉ e trabalham, agora, em ateliês em Lisboa.

“Somos amigos e antigos colegas e juntamo-nos para partilhar ideias e refletir sobre o trabalho que vamos fazendo. Como temos uma visão mais ou menos aproximada do que é a arquitectura, sempre que podemos partilhamos estas experiências”, através dos concursos, explica Ana Isabel Santos.

 

O desenvolvimento do projecto, o estudo preliminar

Os quatro jovens concorreram à iniciativa da Bee Breeders para o ‘Spa de Natureza’ na Letónia, o Blue Clay Country Spa, Investigando antes que tudo a construção tradicional desse país da União Europeia, onde nunca foram, e perceberam que “é sobretudo feita em madeira e em colmo”, conta a arquitecta, tendo também estudado o clima e a forma como os edifícios se relacionam com a paisagem e com o território.

O projeto, previsto para “um lugar isolado, rodeado de floresta” e junto a um lago, tinha de atrair “o maior número possível de turistas” e proporcionar conforto, mas integrar-se neste cenário natural e ser sustentável.

“Chegámos a um edifício que, ao mesmo tempo, é um percurso, que permite identificar vários pontos de vista no local, com variações de espaços mais privados e mais públicos, mas sempre em grande contacto com a natureza e a zona envolvente”, resumiu.

Com alojamento, restaurante, ‘spa’ e hortas e pomares, o projecto, em forma de círculo, acrescentou, convida “ao encontro e à reunião das pessoas no interior” e contraria a ideia de que “é muito difícil encontrar centralidade na floresta”.

O “hortus conclusus”, ou jardim murado, é marcado por um grande passeio circular que une cada espaço funcional do spa. A parede circunscreve um jardim interior e pomar, encerrando o spa com uma colunata que funciona tanto como parede e espaço social.

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