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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020
Sustentabilidade

Imobiliário reduz 5,3% de emissões de dióxido de carbono na última década

9 de dezembro de 2019

Os países da UE emitiram 58,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono em 2017, em comparação com 62 toneladas produzidas em 2007. O dióxido de carbono emitido pela construção na UE caiu 5,3%, segundo a Agência Europeia de Estatísticas, Eurostat.

Já as emissões de gases poluentes em 2017, último ano para o qual existem dados disponíveis, atingiram 58,8 milhões de toneladas, 5,3% a menos do que as 62,1 milhões de toneladas emitidas em 2008.

Já o sector imobiliário emitiu 6,1 milhões de toneladas de dióxido de carbono em 2017, 8,2% a menos que em 2008, quando a quantidade de dióxido de carbono liberado na atmosfera era de 6,7 milhões de toneladas.

A Eurostat indica que Portugal, juntamente com a Grécia e Espanha, está entre os países que emitiram menos gases poluentes devido à construção e que apresentaram a maior queda em relação a 2008. Isso deve-se, em parte, à crise económica, que afectou os três países e que teve consequências na quebra de novas construções.

Os países que liberam mais dióxido de carbono na atmosfera devido ao sector de construção foram o Reino Unido, onde as emissões atingem 12 toneladas de gases poluentes, e a Alemanha, que produziu até 11,2 milhões de toneladas. Mesmo assim, enquanto o Reino Unido reduziu suas emissões em 4,3% em comparação a 2008, as da Alemanha aumentaram 28,8%.

Além da Alemanha, aumentaram suas emissões em comparação a 2008, a Hungria, 29,2%; Roménia, com 11%; Itália, 10,5%; A Finlândia, com 9,6%, e a França, com 5,4%.  

Nas actividades imobiliárias , a Alemanha é o país que emite os gases mais poluentes, alcançando 1,2 milhão de toneladas, 9,7% a mais do que em 2008. Nos grandes países europeus, França e Polónia são classificadas como as duas que mais crescem das emissões liberadas na atmosfera, 20,1% e 24%, respectivamente, mais que em 2008.

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