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quinta-feira, 9 de julho de 2020
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Sector da Construção afirma que é errado a Comissão Europeia apontar-lhe os atrasos da ferrovia

Sector da Construção afirma que é errado a Comissão Europeia apontar-lhe os atrasos da ferrovia

27 de fevereiro de 2020

A Comissão Europeia revela atrasos no Programa Ferrovia 2020, apontando o “progresso limitado” no âmbito do investimento ferroviário, acusando o sector da construção de falta de resposta. CPCI afirma que não é verdade.

Em comunicado, a CPCI - Confederação da Construção e do Imobiliário considera que, imputar às empresas do Setor a responsabilidade pelos atrasos nos investimentos e, em particular, alegar a falta de capacidade de resposta, "só pode ocorrer num contexto de ignorância, por parte da Comissão Europeia, da realidade de um Sector que nunca falhou os desafios a que foi sujeito, tanto em Portugal, como nos inúmeros mercados externos onde marca uma assinalável presença".

A confederação alega que com um volume anual de negócios da fileira nos mercados externos que atinge os 10,8 mil milhões de euros Portugal é o 2º País Europeu com maior volume de novos negócios em carteira em África e o 4º na América Latina, "números a que se junta um inegável reconhecimento, à escala global, tanto no que diz respeito à qualidade da construção, arquitectura e engenharia portuguesas, como à capacidade das empresas nacionais".

No entanto, a CPCI admite que há um número limitado de concursos que ficaram desertos, situação que gera inevitáveis atrasos no arranque das obras, mas tal "deve-se a um Códigos dos Contratos Públicos que é totalmente desajustado da realidade do mercado das obras públicas, permitindo preços base que não são calculados de forma realista, a par da inexistência de critérios eficazes para identificação de propostas de preço anormalmente baixo".

O sector considera que estas são questões que penalizam, sobretudo, as empresas. "Em nenhuma circunstância, o problema identificado pela Comissão Europeia se deveu à falta de resposta da indústria da construção, mas antes à atitude de sucessivos Governos, que demonstraram incapacidade de planear e cumprir os planos de investimento a bem da salvaguarda do défice", esclarece a confederação.

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