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sábado, 11 de julho de 2020
Reabilitação
Professor da Universidade do Minho vai presidir à Porto Vivo

Professor da Universidade do Minho vai presidir à Porto Vivo

30 de março de 2017

O professor da Universidade do Minho José Carlos Batista do Nascimento e Silva foi indicado pelo Governo para substituir Álvaro Santos na presidência da Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana, revelou o Ministério do Ambiente.

A alteração da presidência é votada hoje numa assembleia-geral da Porto Vivo, referiu a mesma fonte, acrescentando que o currículo de José Carlos Batista do Nascimento e Silva já foi aprovado pela Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública (CRESAP).

A mesma fonte disse que o Conselho de Ministros aprovou hoje “o decreto-lei que estabelece um regime especial para as sociedades de reabilitação urbana que tenham sido constituídas ao abrigo do Decreto-Lei n.º 104/2004, de 07 de Maio, e que prossigam o seu objecto social até à sua extinção”.

O presidente do Conselho de Administração da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), Álvaro Santos, anunciou hoje ter cessado funções na empresa para que foi nomeado em 2014, como representante do Estado.

A substituição “deve-se à mudança da estratégia para as sociedades de reabilitação urbana”, acrescentou a mesma fonte, sem especificar os termos do decreto-lei hoje aprovado em Conselho de Ministros que estipula um “regime especial” para aquelas empresas.

José Carlos Baptista do Nascimento e Silva é desde 1998 professor auxiliar no Departamento de Sistemas de Informação da Universidade do Minho.

Com um doutoramento em Tecnologias e Sistemas de Informação, e mestrado em Informática de Gestão, o novo presidente da Porto Vivo concluiu a licenciatura em engenharia electrotécnica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto em 1982.

 

Municipalização ou não?

Sobre o processo de municipalização da Porto Vivo, o gabinete de comunicação da câmara da cidade informou que “não se encontram, para já, resolvidas as questões pendentes relativas à transição dos 60% de capital da sociedade detidos pelo Estado para a câmara, conforme acordado no âmbito do Acordo do Porto”.

“Assim, a Assembleia Geral em causa não se enquadra nesse âmbito, nem a eleição da uma nova direcção está relacionada com a passagem do capital para a câmara”, esclareceu o gabinete.

 Lusa/DI

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