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Como é que as novas ferramentas tecnológicas estão a impactar o setor da construção civil?

8 de março de 2022

Para que pudéssemos manter a nossa qualidade de vida ao longo da pandemia, alguns setores tiveram que se manter em atividade contínua.

Esse é o caso da Construção Civil, setor que, de acordo com dados avançados pelo jornal digital Observador, cresceu 2,5% em 2020 e, segundo as previsões, terá registado uma taxa de crescimento de 2,2% no ano passado.

Para este resultado, em muito contribuiu a construção residencial que, em 2020, manteve um nível de elevada procura nacional e internacional, justificada em grande parte pela busca de casas maiores que transformassem o isolamento social e o teletrabalho mais tolerável, e continuou a beneficiar de um enquadramento macroeconómico marcado por taxas de juro historicamente baixas.

Apesar do seu menor contributo para o crescimento do setor, as obras públicas também acabaram por registar uma evolução muito positiva nos últimos dois anos, com uma subida acentuada tanto no número de novos concursos de empreitadas, como no volume de contratos celebrados.

Parte importante neste crescimento foram a introdução de novas tecnologias digitais que vieram não só permitir uma aceleração dos tempos de construção, como também a entrega em tempo útil das casas ao mercado imobiliário.

Aliás, de acordo com um estudo global realizado pela consultoria McKinsey, a pandemia veio acelerar, em pelo menos três anos, a adoção de tecnologias digitais no setor da construção.

 Ainda que escape ao olhar da maioria de nós, tecnologias como, entre outras, os drones, os softwares de alta precisão, a construção modular, a realidade aumentada ou a utilização de robôs, estão a mudar a face da construção civil tal e qual a conhecíamos, senão vejamos.

Tecnologias Digitais no setor da Construção Civil

Para além dos sistemas de Modelagem da Informação da Construção (BIM, em inglês), metodologia que permite criar soluções digitais que coordenam toda a informação relativa a uma obra (impactos do estaleiro, por exemplo) e proporcionam um maior domínio sobre as atividades a serem executadas, uma das tecnologias que mais contribuíram para o crescimento deste setor foram os softwares para a Construção Civil e Obras Públicas.

Esse é o caso do software de gestão para a construção civil da PRIMAVERA, empresa especialista no desenvolvimento de soluções de gestão para os mais diversos setores de atividade.

Sabendo da necessidade de uma empresa de construção controlar rigorosamente o tempo de execução, os custos e, no caso de obras públicas, também os prazos de avaliação e apresentação de propostas, a solução PRIMAVERA Construction permite, entre outras coisas, apresentar orçamentos e prazos rigorosos, executáveis e sem margem para derrapagens, reduzir os custos de gestão dos recursos materiais e humanos, eliminar os processos administrativos morosos, assegurar o cumprimento célere de todos os requisitos fiscais e legais e acompanhar a obra em tempo real.

Para além do BIM e dos softwares, a tecnologia digital ao serviço da qualidade e da gestão das obras inclui ainda a utilização de drones para a monitorização dos edifícios em construção e de dispositivos móveis (tablets, por exemplo) que, entre outras coisas, permitem que engenheiros e arquitetos consigam, em tempo real, não só esclarecer dúvidas e resolver problemas técnicos, como também tenham acesso a softwares para verificarem serviços e materiais.

Apesar de um impacto anda menor, é importante referir a importância do 5G, da Internet das Coisas (IoT), da Big Data e da Inteligência Artificial no presente e, sobretudo, no futuro da construção civil.

Por exemplo, com o 5G, passa a ser possível, dada a sua maior eficácia e velocidade, a utilização de sensores para a monitorização da matéria-prima que entra no estaleiro e a que será usada na construção torna-se mais acessível, enquanto a gradual introdução da IoT na Construção Civil torna possível a instalação de dispositivos que automatizam e monitorizam o funcionamento de equipamentos eletrónicos, ar condicionados, iluminação, etc.

Todos estes sensores irão, necessariamente, gerar uma grande quantidade de informações/dados que terão de ser armazenados e tratados, a chamada Big Data, o que abre caminho para a utilização de tecnologias como a Inteligência Artificial (IA) que permite, por exemplo, que alguém chegue a casa e, ao abrir a porta, o ar condicionado já esteja ligado na temperatura ideal.

Com o auxílio da IA na análise de variáveis como a hora de saída, o tempo do trajeto com as condições do trânsito, a temperatura atual dentro da habitação e a eficiência do ar condicionado, um sistema de automação doméstica consegue, sem qualquer programação anterior, ligar o ar condicionado na temperatura ideal no momento em que alguém entra em casa.