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quinta-feira, 15 de abril de 2021
Internacional
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FIFA world Cup Qatar 2022: construção de 7 estádios já levou à morte de mais de 6.500 trabalhadores migrantes

24 de fevereiro de 2021

 A construção no Qatar de sete estádios e demais equipamentos para acolher em 2022 o Campeonato do Mundo de Futebol terá já causado a morte de mais de 6.500 trabalhadores migrantes. Quem o revela é o jornal britânico The Guardian, “que vem acompanhando há anos a problemática das condições de trabalho das centenas de milhares de migrantes, sobretudo de países da Ásia como a Índia, o Nepal ou o Bangladesh”.

A notícia é repegada hoje pelo jornal católico 7Margens, que adianta: “Ainda que o número de imigrantes no pequeno país do Golfo Pérsico seja superior a dois milhões, representando cerca de 90 por cento da mão-de-obra, e que nem todos estejam ligados ao sector da construção e obras públicas, trata-se de um número de mortos bastante significativo”.

 

"Dentro do esperado..."

Recorde-se que, em 2010, o Qatar foi eleito pela FIFA como país organizador da fase final do Campeonato do Mundo de Futebol 2022, numa eleição muito polémica e com muitas suspeições de corrupção.

Segundo The Guardian, as condições de trabalho das centenas de milhares de migrantes, sobretudo de países da Ásia como a Índia, o Nepal ou o Bangladesh, estão longe de serem as mais adequadas, com a agravante que muitos desses trabalhadores não têm a experiência e a formação desejável. No entanto, o facto mais chocante da notícia do The Guardian e que levou o diário online católico português a repegar na informação é o facto de quer as autoridades do país quer as da FIFA, a Federação Internacional de Futebol, entenderem “que o problema não é grave e que os números são normais”. O Governo do Qatar diz mesmo: estão “dentro do esperado, atendendo à dimensão e à demografia da população”. A FIFA vai mais longe: o número de acidentes “tem sido baixo, se comparado com outros grandes projectos de construção em todo o mundo”. Aparentemente, é possível desvalorizar assim a tragédia de tantas vidas e não haver reacções significativas a tais declarações - conclui o 7Margens.

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