Como pode um Estado que ambiciona estar na linha da frente europeia continuar a falhar em funções tão básicas como garantir escolas dignas e hospitais funcionais? A resposta talvez esteja nas prioridades. Opinião de Fernanda Pedro.
Hoje, mais do que identificar onde estão as casas, importa perceber para onde se dirige o capital e por quê. Está a emergir uma nova geografia do investimento. Opinião de João Sousa, CEO da JPS Group.
Como irão os operadores do ecossistema imobiliário superar as contradições em que se movem, perante as novas condições impostas por avanços tecnológicos e a “industrialização” da cadeia de valor do negócio imobiliário. Opinião de Jorge Garcia.
No imobiliário, muitos conflitos não nascem de má-fé. Nascem de pressa, falta de prova, informação incompleta e contratos que não antecipam o problema. Mariana de Sousa, Advogada e Formadora.
O arquiteto não sabe tudo. Nunca soube. E quanto mais tarde assumir isso, mais caro se torna o erro. Paulo Merlini, Founder e Managing Partner da PMA - Paulo Merlini Architects.
A economia pode crescer, as empresas podem melhorar resultados, porém, isso não se reflete no rendimento disponível das famílias. E sem esta ligação, entre economia e qualidade de vida, não há incentivo motriz claro que promova uma mudança de comportamento. Opinião de José J. Paraíso.
No segmento hoteleiro não é incomum encontrar ativos que parecem reunir todas as características que os investidores valorizam. No entanto, no momento decisivo, existem poucas decisões firmes e várias propostas abaixo do valor esperado. Opinião de Gonçalo Carvalho Miguel.
A habitação está hoje no cruzamento entre dinâmicas locais e forças globais. Ignorar esta realidade é comprometer a eficácia das soluções. Opinião de Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal.
Durante anos, em Portugal, arrendar era quase sinónimo de transitoriedade. Era a etapa antes da “verdadeira” meta: comprar casa. Hoje, arrendar está a tornar-se cultura. Opinião de Tiago Ferreira, Head of Sales do Imovirtual.
O que para muitos é um ativo imobiliário ou um entrave jurídico, para o português comum é, historicamente, um "direito quase sagrado" e o maior objetivo de vida. Opinião de Joana Resende, CEO Grupo CENTURY 21 Arquitectos.