SIL arranca com dobro da área de exposição

02 de Outubro de 2018

O SIL - Salão Imobiliário de Portugal, que abre as suas portas amanhã, quarta-feira, expandiu-se este ano de um para dois pavilhões e conta com 65 mil visitantes, refere Bértolo Fragoso, gestora da exposição.

O evento, que termina no dia 7 de Outubro, inclui quatro feiras: o SIL, a Intercasa, o Vintage Festival e o Lisboa Design Show (LXD), com mais de 350 expositores assegurados.

“Temos o sector imobiliário representado na sua plenitude, os principais 'players' do mercado imobiliário, a banca e os serviços”, salienta Sandra Bértolo Fragoso.

O crescimento está patente não só no aumento do espaço, mas também nos visitantes, que em 2017 foram de cerca de 62 mil, adianta aquela responsável.

Entre as novidades patentes este ano na FIL, no Parque das Nações, está o lançamento do SIL Cidades, em que será destacado um espaço urbano. Este ano, o Seixal foi a cidade escolhida para “apresentar os projectos estruturantes que irão ser desenvolvidos no município. Sabemos que é nas cidades que são feitos os principais investimentos imobiliários”, referiu a gestora da feira. (Leia amanhã no DI a entrevista ao Presidente da Câmara do Seixal)

O SIL irá ainda contar com um espaço para região convidada, que em 2018 será a Madeira.

A mostra resolveu lançar um evento paralelo, a conferência SIL Investment Pro, para investidores, que irá decorrer na quarta-feira. Os temas a debater passam pelo investimento em grandes projectos imobiliários e no âmbito do turismo residencial e ainda por projectos estruturantes das cidades.

O SIL contará também com um espaço para o sector do luxo, onde estarão “representadas marcas do sector imobiliário que promovem e se dedicam ao secor de luxo, bem como marcas de luxo de outros sectores, como automóveis, bebidas”.

O salão conta com vários visitantes estrangeiros, nomeadamente franceses, brasileiros e chineses, segundo a gestora, acompanhando o crescimento do sector, não só no que diz respeito ao mercado nacional, mas também para potenciais investidores de outros países.

Lusa/DI