FOTOGRAFIA com ARTE: Estatuária do Palácio Fronteira

30 de Abril de 2018

Quando foi construído no século XVII, o edifício foi pensado como uma casa de férias, um pavilhão de caça para D. João de Mascarenhas, 2.º conde da Torre e 1.º marquês de Fronteira - título atribuído em 1670 por D. Pedro II (então regente do reino), sensivelmente na mesma altura em que é iniciada a construção do palácio. São Domingos de Benfica era campo, o palácio ficava à distância de três horas a cavalo do Chiado, o centro de Lisboa, onde se situava a residência da família. Mas o terramoto e o tsunami de 1755 vieram mudar isso. A casa no Chiado ficou reduzida a escombros e a de Benfica passou sem grandes estragos. A família mudou-se para lá.

No terraço estão painéis representando as sete artes liberais, acompanhados por estátuas de divindades gregas.

Os magníficos jardins estão entre os mais belos da Europa.

A família Mascarenhas continua a morar no Palácio de Fronteira que assim possui a dupla condição de residência familiar e monumento nacional.

 

Texto e Fotografias: Jorge Maio