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Património azulejar de estações ferroviárias em restauro

24 de setembro de 2015

A empresa Infraestruturas de Portugal, SA (IP) iniciou recentemente um novo programa para o restauro e conservação dos azulejos das estações ferroviárias. Trata-se de “um conjunto de acções a desenvolver em várias unidades, de acordo com um planeamento faseado para tratamento das situações em elevado estado de degradação ou onde se verifica iminente risco de queda”. Para as acções em curso para o triénio 2016/2018, a IP estima um investimento na ordem dos 520 mil euros.

De momento está em execução a conservação e restauro dos painéis de azulejos da Estação de Elvas e, em breve, terão início os trabalhos no edifício do Palácio Coimbra, em Santa Apolónia. Por outro lado, a intervenção na Estação de Ovar está quase concluída, resultado do protocolo realizado entre a IP, a Câmara Municipal de Ovar e a Universidade Católica do Porto.

O plano de intervenção e restauro para os próximos três anos inclui “painéis figurativos, da autoria de mestres pintores - como Carlos Botelho Leopoldo Battistini, Gilberto Renda, Francisco Pereira, Licínio Pinto -, e azulejos de padrão que revestem os lambris interiores e exteriores dos vários edifícios que, ao longo de décadas, tiveram poucas ou inadequadas intervenções de manutenção”. A essas verdadeiras obras de arte estão associadas fábricas como Constância, Louça de Sant'Anna, Outeiro, Louças de Sacavém.

O património azulejar, que inclui a toponímia original e as placas relativas aos prémios para as “estações floridas”, constitui uma herança única e vasta. Nesse sentido, a IP - como medida de preservação e protecção adicional - , mandou colocar placas dissuasoras de furto e vandalismo em 120 estações da rede nacional, em parceria com o projeto SOS Azulejo/Polícia Judiciária.

A IP apelou também à colaboração dos passageiros e do público em geral para que lhe sejam comunicados alertas sobre quaisquer estados de degradação deste impar património nacional.

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