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sábado, 25 de Maio de 2019
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Miradouro da Fraga do Pulo - Foto cortesia CMMD Miradouro da Fraga do Pulo - Foto cortesia CMMD

Miranda do Douro: recuperado Miradouro da Fraga do Puio

26 de Abril de 2019

O miradouro da Fraga do Puio, no concelho de Miranda do Douro, renasceu das cinzas cerca de dois anos após um incêndio que devastou aquele local, no âmbito de uma recuperação que representou um investimento de 50 mil euros.

O renovado miradouro situado na freguesia de Picote foi reconstruido com recurso a materiais como a madeira, aço e vidro, o que lhe confere uma arquitectura moderna e onde o visitante "pode entrar pelas arribas adentro" para apreciar a paisagem do Parque Natural Douro Internacional (PNDI) e que já foi visitado por alguns centenas de pessoas num curto espaço de tempo.

"Com a autorização de se poder empregar materiais como o vidro e o aço na reconstrução do miradouro, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) abriu aqui uma oportunidade de renovação da rede de miradouros do concelho, para além de se reerguer das cinzas o emblemático miradouro de Picote”, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara de Miranda do Douro, Artur Nunes.

Se no passado houve dificuldades de licenciamento de algumas intervenções na área do PNDI, o autarca vê agora uma janela de oportunidade para que este tipo de trabalho e intervenção possa ser replicado em outros pontos da área protegida.

O presidente da Junta de Freguesia de Picote, Jorge Lourenço, disse que o novo miradouro já foi visitado por alguns milhares de pessoas durante as férias da Páscoa e o feriado do 25 de Abril, porque as fotografias do local foram partilhadas nas redes sociais e levaram muitos curiosos a Fraga do Puio, uma referência no PNDI.

O miradouro está praticamente concluído e apenas falta colocar algum mobiliário urbano e equipamentos de visão, para melhor se desfrutar da paisagem por onde passam constantemente espécies de aves, como o abutre, a cegonha negra ou o britango.

"Estamos, igualmente, a levar em frente um projecto em rede em parceria com o ICNF e a EDP para a reflorestação de 20 hectares de terreno ardido a que se junta a plantação de amendoal e a criação de duas zonas de contenção de fogo com espécies arbóreas apropriadas", frisou Jorge Lourenço.

A Recuperação da flora daquele local está a ser feita de forma ordenada, com a plantação de novas espécies autóctones e amendoeiras, o que vai permitir criar um novo circuito turístico, dada a paisagem do Douro Internacional.

Lusa/DI

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