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Vaticano pela primeira vez na Bienal de Veneza de Arquitectura

30 de maio de 2018

10 capelas projectadas por arquitectos famosos, entre os quais o português Eduardo Souto de Moura, galardoado com o «Leão de Ouro» nesta edição (ver DI), estão expostas no Pavilhão da Santa Sé na Bienal de Veneza de Arquitectura,que abriu portas dia 26 de Maio e se prolongará até 25 de Novembro de 2018. É a primeira vez que o Vaticano, o mais pequeno Estado do mundo, participa.

O «mote» dado aos aos arquitectos das mais diferentes proveniências e fé religiosa foi a"Capela da Madeira", de Gunnar Asplud, construída em 1920 no cemitério de Estocolmo,símbolo de simplicidade e despojamento.

A representação do Vaticano estende-se por uma área de mais de um hectare e destaca-se pela ligação à natureza envolvente, silêncio interior, relação entre arte e fé, harmonia entre o homem e o ambiente, de acordo com as instruções expressas pelo Papa na encíclica Louvado seja'.

Elemento fundamental na representação do Vaticano foi, naturalmente Micol Forti, directora da secção de arte moderna e contemporânea dos Museus do Vaticano e curadora do projecto. Os 10 arquitectos escolhidos foram Andrew Berman, Francesco Cellini, Javier Corvalàn Espínola, Ricardo Flores e Eva Prats, Norman Foster, Terunobu Fujimori, Sean Godsell, Carla Juaçaba, Smiljan Radic Clarke e Eduardo Souto de Moura;a quem lhes foi transmitido não só o «espírito» do projecto, como recomendado a utilização de materiais recicláveis e desmontáveis, regras de dimensão, disposição e inserção desses 10 espaços de culto dentro da floresta na ilha de San Giorgio Maggiore.

Veja (acima) os projectos das 10 capelas expostas na representação do Vaticano na 16.ª edição da Bienal de Veneza. Passe com o «rato» em cima das imagens para ver créditos.

Nota: agradecimento ao fotógrafo Laurian Ghinitoiu