1,2 mil milhões de euros em investimento imobiliário para 2015

20 de Julho de 2015

Espera-se que o volume transacionado em imobiliário nacional em 2015 seja superior a 1,2 mil milhões de euros. Os investidores em imobiliário português estão bastante otimistas quanto à evolução do mercado imobiliário nacional, estando dispostos a investir em produtos com maior perfil de risco num ano que está a posicionar-se como histórico para o investimento imobiliário, revela o primeiro Barómetro IPD/JLL.

De acordo com o Barómetro, mais de 70% dos investidores inquiridos espera que o volume transacionado em 2015 seja superior a 1,2 mil milhões de euros, depois do primeiro semestre do ano ter já registado um investimento na ordem dos 800 milhões de euros. Além disso, uma maior confiança no mercado e na própria evolução da economia é também visível nas estratégias de investimento destes players, dos quais cerca de 50% considera investir ou em ativos por reestruturar ou em ativos com desocupação.
Estas são algumas das principais conclusões do Barómetro IPD/JLL, uma iniciativa inédita em Portugal que regista o sentimento e perspetivas de evolução do mercado imobiliário junto dos principais investidores imobiliários a operar em Portugal. Produzido pelo IPD e pela consultora JLL, este Barómetro terá uma regularidade semestral. "Trata-se de uma nova ferramenta que contribuirá para aumentar a transparência e visibilidade atuais do mercado de investimento imobiliário em Portugal, o que é especialmente relevante numa altura em que o país continua a consolidar a sua credibilidade junto dos mercados internacionais", revela António Gil Machado, Vice-Presidente do MSCI Ibéria e Brasil.

Pedro Lancastre, Diretor-Geral da JLL Portugal comenta também que "os mercados ocupacionais estão em franca recuperação, principalmente nos escritórios e no retalho, assim como a economia, o que tem levado a um forte crescimento do investimento. A percepção dos investidores é que se deverá continuar a crescer nos principais indicadores, o que somado à dimensão do mercado e à escassez que já começa a sentir-se nos produtos prime, tem levado a estratégias de investimento com maior perfil de risco".